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Brasil deve receber esta semana doses da vacina vindas da Índia, diz Pazuello

O ministro da Saúde disse que essas vacinas já estão compradas, com documento de importação e contratação de transporte aéreo assinados

O Brasil deve receber nesta semana as 2 milhões de doses da vacina contra covid-19 da AstraZeneca fabricadas na Índia, disse o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em entrevista coletiva neste domingo.

Segundo Pazuello, é "muito provável" que conseguiremos coordenar a entrega das doses da AstraZeneca pela Índia. Ele disse que essas vacinas já estão compradas, com documento de importação e contratação de transporte aéreo assinados.

"Continuo confiante de que nesta semana receberemos as vacinas da AstraZeneca da Índia", afirmou.

No sábado, no entanto, segundo publicou o jornal The Times of India na versão online, o chefe-executivo do Serum Institute da Índia, Adar Poonawalla, responsável pela produção das vacinas da AstraZeneca, afirmou que as doses aguardadas pelo Brasil seriam enviadas em um prazo de duas semanas.

A entrevista coletiva do ministro ocorreu pouco depois de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária ter aprovado o uso emergencial dos imunizantes da AstraZeneca e da Coronavac.

A vacina da AstraZeneca - que seria a principal aposta do governo federal para começar o programa de imunização -está atrasada em razão do impasse na importação. Após a decisão da Anvisa, o governo de São Paulo já fez a vacinação com a Coronavac da primeira brasileira, a enfermeira Mônica Calazans.

Pazuello disse que a China não tem dado celeridade aos documentos necessários de exportação para envio de insumos de vacina para a Fiocruz.

A Fiocruz esperava receber em 9 de janeiro os insumos para iniciar a produção local da vacina da AstraZeneca, mas foi forçada a adiar a previsão para até o final do mês devido a problemas enfrentados na liberação pela China.

Segundo uma fonte com conhecimento da situação, o chamado insumo farmacêutico ativo (IFA) já está produzido e pronto para ser enviado ao Brasil, mas ainda falta uma licença de exportação do país asiático, onde fica a unidade da AstraZeneca encarregada da produção.

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