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Bolsonaro diz que PSL está cheio de traíra e que terá critério na Aliança

Presidente afirmou que houve pouco rigor em antiga legenda porque filiações foram feitas pouco tempo antes das eleições

Jair Bolsonaro e Luciano Bivar: "Eu vou ter critério concreto para botar gente no meu partido" (José Dias/PR - Michel Jesus/Ag. Brasil/Exame)

Jair Bolsonaro e Luciano Bivar: "Eu vou ter critério concreto para botar gente no meu partido" (José Dias/PR - Michel Jesus/Ag. Brasil/Exame)

AO

Agência O Globo

Publicado em 11 de dezembro de 2019 às 14h35.

Última atualização em 11 de dezembro de 2019 às 14h36.

Brasília — O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que terá "critério concreto" para filiar pessoas no partido que pretende criar, o Aliança pelo Brasil, para evitar a entrada de um "traíra", como ele afirma que ocorreu no seu antigo partido, o PSL. Para Bolsonaro, houve pouco rigor na sua antiga legenda porque filiações foram feitas pouco tempo antes das eleições.

"Eu vou ter critério concreto para botar gente no meu partido. Não vou botar traíra. Entrou traíra porque foi em cima da hora. Está cheio de traíra o partido que eu deixei para trás", disse Bolsonaro a apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada.

De acordo com o secretário-geral do Aliança, Admar Gonzaga, só será permitida a filiação ao partido nos termos da Lei da Ficha Limpa, que veda a candidatura de condenados em segunda instância.

Bolsonaro deixou o PSL e anunciou a criação do Aliança em novembro, após divergências com o presidente da sua antiga legenda, o deputado federal Luciano Bivar (PE).

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