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Curtas – uma seleção do mais importante no Brasil e no mundo

Manifestações contra e a favor de Bolsonaro pelo país; Mais de 800 mortos na Indonésia e mais…

Bolsonaro, agora, diz aceitar derrota

O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, afirmou, em entrevista publicada pelo site do jornal O Globo, que não teria “nada para fazer” em caso de derrota nas urnas, no intuito, segundo o site, de explicar a frase dita na sexta-feira de que não aceitaria em um resultado das urnas “diferente da minha eleição”. “Sei que não tenho nada para fazer (em caso de derrota). O que quis dizer é que não iria, por exemplo, ligar para o Fernando Haddad depois e cumprimentá-lo por uma vitória”, afirmou, acrescentando que “se tiver segundo turno, vai ser o Haddad que vamos enfrentar”.

Fim de semana de manifestações

O fim de semana foi de manifestações contra e a favor de Bolsonaro pelo país. No sábado, críticos do candidato se reuniram em quase 100 cidades brasileiras, em eventos que tiveram como mote o slogan Ele Não. Em São Paulo, os manifestantes lotaram o Largo da Batata, tradicional local de manifestações. As autoridades não divulgaram estimativa de público. No domingo, foi a vez de os apoiadores do candidato se reunirem em dezenas de cidades, em protestos que reuniram menos público que no sábado. Em São Paulo, milhares de pessoas se reuniram na Avenida Paulista. Em Brasília, uma carreata pró-Bolsonaro reuniu 25.000 veículos, segundo a Polícia Militar.

Mais de 800 mortos na Indonésia

As autoridades da Indonésia anunciaram que o número de vítimas após os terremotos e o posterior tsunami que sacudiram a ilha de Célebes na sexta-feira passada subiu para 832. O porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres, Sutopo Purwo Nugroho, afirmou em entrevista coletiva em Jacarta que 821 pessoas morreram em Palu e as demais 11 no distrito de Donggala. Sutopo explicou que embora não haja comunicações com Donggala, foi possível receber relatórios sobre estas mortes. Palu, capital da província de Célebes Central e uma população de 350 mil habitantes, é a região mais castigada pelo tsunami, e depois Donggala, distrito com cerca de 277 mil habitantes.

Musk deixa direção da Tesla

As especulações das últimas horas sobre o futuro de Elon Musk à frente da Tesla se materializaram neste sábado com o anúncio de que o empresário chegou a um acordo para deixar a direção da montadora e assim evitar um processo por fraude. A presença de Musk à frente de Tesla tem sido questionada há meses, inicialmente pela incapacidade repetida do fabricante de automóveis de atingir as cotas de produção do Model 3, estabelecidas pelo próprio empresário. A SEC, reguladora do mercado de capitais americano, processou Musk ao considerar que sua série de mensagens no Twitter do dia 7 de agosto, comunicando sua intenção de tirar a Tesla da bolsa, graças à existência de investidores que pagariam US$ 420 por título aos acionistas da companhia – foi um ato fraudulento que inflou temporariamente o valor das ações.

Cães de presente

A Coreia do Norte presenteou o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, com dois cães da raça Pungsan, emblemáticos para o primeiro país. O anúncio foi feito neste domingo em Seul, em um nova amostra de aproximação das Coreias desde o começo do ano. Segundo um comunicado da presidência sul-coreana, o presente foi dado por ocasião da reunião de cúpula entre as Coreias realizada na semana passada, e recebido na última quinta-feira. Os cães, de cerca de 1 ano, foram entregues na localidade fronteiriça de Panmunjom, na zona desmilitarizada. Pyongyang também entregou três quilos de ração, para “facilitar a adaptação dos animais”, informou a presidência sul-coreana.

Trump e sauditas discutem petróleo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discutiu os preços globais do petróleo com o rei da Arábia Saudita, Salman bin Abdulaziz Al Saud, em uma ligação telefônica em meio ao pedido do líder norte-americano para que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) reduza os preços da energia. A agência estatal de notícias saudita reportou a ligação no sábado à noite, dizendo que “os esforços para manter a oferta para garantir a estabilidade do mercado de petróleo e o crescimento da economia global” foram discutidos pelos dois líderes. Autoridades norte-americanas confirmaram a ligação, mas não deram detalhes. Trump, enfrentando pressão política em casa, vem pedindo à Opep e aos aliados norte-americanos, como a Arábia Saudita, que aumentem sua produção para reduzir os preços globais do petróleo.

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