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Barbosa e Kassab defendem importância de Temer para agenda

Ministros defenderam a atuação do vice-presidente no governo, independente da função que ele ocupe


	Nelson Barbosa fala após reunião da coordenação política
 (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Nelson Barbosa fala após reunião da coordenação política (Antonio Cruz/Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 24 de agosto de 2015 às 15h52.

Brasília - Em meio a rumores sobre a saída do vice-presidente Michel Temer da articulação política do governo, os ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e das Cidades, Gilberto Kassab, defenderam hoje (24) a atuação de Temer no governo, independente da função que ele ocupe.

Após reunião da coordenação política com a presidenta Dilma Rousseff, Michel Temer e mais oito ministros, Nelson Barbosa afirmou que o vice-presidente tem sido vital na construção da agenda do governo e na sua aprovação no Congresso.

"Tenho certeza que em qualquer cargo ou função que entender melhor para seu desempenho, ele continuará sendo um importante agente de apoio, de construção e de contribuição", disse o ministro.

Segundo ele, várias propostas foram melhoradas por contribuição e sugestão do vice-presidente.

De acordo com Barbosa, durante a reunião com ministros, o vice-presidente apoiou e fez contribuições à proposta de reforma administrativa apresentada hoje pelo governo, incluindo o corte de dez ministérios.

“Ele concordou, apoiou a inciativa e deu sugestões de como implementá-las”, acrescentou. 

Kassab destacou que Temer “é um colaborador permanente da presidenta” e que tem tido uma atuação “solidária” na articulação política.

“Não me cabe falar por ele. É o vice-presidente e todos sabem de suas atribuições. A articulação política é inerente à Vice-Presidência e à sua carreira. No momento certo, ele irá se posicionar”, disse o ministro em resposta a uma pergunta sobre a possibilidade de saída de Temer da articulação política.

O vice-presidente assumiu as funções da Secretaria de Relações Institucionais em abril, diante do agravamento da crise entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional.

No período, Temer foi responsável pela negociação e aprovação das medidas do ajuste fiscal na Câmara e no Senado.

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