Brasil

Afif diz que aguarda “com serenidade” decisão sobre mandato

Atualmente, ele está afastado do cargo federal para assumir interinamente a vaga de governador do estado, devido à viagem do titular, Geraldo Alckmin, à França


	O novo ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa e vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos: a representação contra Afif foi apresentada pelo deputado Carlos Giannazi (PSOL). 
 (Wilson Dias/Agência Brasil)

O novo ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa e vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos: a representação contra Afif foi apresentada pelo deputado Carlos Giannazi (PSOL).  (Wilson Dias/Agência Brasil)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de junho de 2013 às 12h42.

Brasília - O vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, disse hoje (13) à Agência Brasil que aguarda “com serenidade” a decisão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) sobre o pedido de perda do mandato.

Na terça-feira (11), o relator do processo contra Afif na CCJ, deputado Cauê Macris (PSDB), apresentou parecer favorável à instalação de processo que pode resultar na cassação do mandato do vice-governador em razão do acúmulo da função com o cargo de ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa.

“Estou aguardando com muita serenidade a manifestação da maioria Comissão de Justiça”, disse Afif durante reunião da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, na Câmara dos Deputados.

A representação contra o vice-governador de São Paulo foi apresentada pelo deputado Carlos Giannazi (PSOL). Afif poderá apresentar defesa na CCJ. Atualmente, ele está afastado do cargo federal para assumir interinamente a vaga de governador do estado, devido à viagem do titular, Geraldo Alckmin, à França.

A aceitação da representação de Giannazi na CCJ pelo relator mostra que ele vê pressupostos formais e indícios de descumprimento das normas da Constituição do estado de São Paulo.

A abertura de processo de cassação vai à votação nominal na CCJ, formada por 13 membros efetivos, mais presidente e vice-presidente. A aprovação da resolução exige maioria absoluta. Se aprovado, o processo segue tramitação dentro da Casa.

Acompanhe tudo sobre:PolíticaEstado de São Paulo

Mais de Brasil

Falta de diesel ameaça serviços essenciais em 142 cidades do RS

'Estão querendo nos colonizar outra vez', diz Lula sobre terras raras

Bolsonaro segue na UTI com pneumonia bilateral, diz boletim médico

Simone Tebet deixa MDB e se filia ao PSB por SP