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Advogado estaria embriagado, diz segurança do STF

Funcionário do STF afirma que advogado de Genoíno estava "visivelmente embriagado" e teria ameaçado o chefe do Judiciário

Ministro Joaquim Barbosa inicia sessão plenária do STF (Carlos Humberto/SCO/STF)

Ministro Joaquim Barbosa inicia sessão plenária do STF (Carlos Humberto/SCO/STF)

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Da Redação

Publicado em 11 de junho de 2014 às 22h35.

Brasília - Cinco horas depois de o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, ter ordenado a expulsão do plenário de Luiz Fernando Pacheco, a assessoria de comunicação da Corte divulgou depoimento atribuído a um segurança no qual o funcionário do STF afirma que o advogado estava "visivelmente embriagado" e teria ameaçado o chefe do Judiciário.

A identidade do autor do depoimento não foi revelada pelo Supremo. Pacheco negou que tenha bebido e que tenha ameaçado Barbosa.

No depoimento, o suposto servidor afirma que "como o advogado, visivelmente embriagado, alterou o tom de voz de maneira desrespeitosa, o presidente, suspendendo a sessão, ordenou sua imediata retirada do plenário".

Em seguida, é relatado que um outro agente de segurança que teria participado da ação de expulsar Pacheco do plenário teria contado que "já fora do tribunal ele (o advogado), visivelmente transtornado, teria dito que se tivesse uma arma, daria um tiro na cara do presidente.'"

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