• AALR3 R$ 20,19 0.10
  • AAPL34 R$ 67,65 0.43
  • ABCB4 R$ 16,67 0.91
  • ABEV3 R$ 14,07 0.21
  • AERI3 R$ 3,59 0.56
  • AESB3 R$ 10,90 0.55
  • AGRO3 R$ 31,32 0.45
  • ALPA4 R$ 21,66 1.74
  • ALSO3 R$ 19,09 0.47
  • ALUP11 R$ 27,07 0.00
  • AMAR3 R$ 2,56 0.79
  • AMBP3 R$ 32,07 3.15
  • AMER3 R$ 21,86 -0.14
  • AMZO34 R$ 3,43 5.09
  • ANIM3 R$ 5,48 0.18
  • ARZZ3 R$ 81,00 1.94
  • ASAI3 R$ 15,95 1.46
  • AZUL4 R$ 20,36 1.44
  • B3SA3 R$ 12,12 1.76
  • BBAS3 R$ 37,71 0.37
  • AALR3 R$ 20,19 0.10
  • AAPL34 R$ 67,65 0.43
  • ABCB4 R$ 16,67 0.91
  • ABEV3 R$ 14,07 0.21
  • AERI3 R$ 3,59 0.56
  • AESB3 R$ 10,90 0.55
  • AGRO3 R$ 31,32 0.45
  • ALPA4 R$ 21,66 1.74
  • ALSO3 R$ 19,09 0.47
  • ALUP11 R$ 27,07 0.00
  • AMAR3 R$ 2,56 0.79
  • AMBP3 R$ 32,07 3.15
  • AMER3 R$ 21,86 -0.14
  • AMZO34 R$ 3,43 5.09
  • ANIM3 R$ 5,48 0.18
  • ARZZ3 R$ 81,00 1.94
  • ASAI3 R$ 15,95 1.46
  • AZUL4 R$ 20,36 1.44
  • B3SA3 R$ 12,12 1.76
  • BBAS3 R$ 37,71 0.37
Abra sua conta no BTG

Obama pede medidas urgentes contra "armas de guerra"

"Se há uma vida que podemos salvar, temos a obrigação de tentar", afirmou Obama, na sua primeira viagem para impulsionar propostas para um maior controle das armas

	Barack Obama: "As armas de guerra não podem seguir nas nossas ruas, em nossas escolas", discursou Obama, no Departamento de Polícia de Mineápolis
 (REUTERS/Larry Downing)
Barack Obama: "As armas de guerra não podem seguir nas nossas ruas, em nossas escolas", discursou Obama, no Departamento de Polícia de Mineápolis (REUTERS/Larry Downing)
Por Da RedaçãoPublicado em 04/02/2013 19:44 | Última atualização em 04/02/2013 19:44Tempo de Leitura: 2 min de leitura

Washington - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu nesta segunda-feira medidas urgentes para que as "armas de guerra" não sigam nas ruas, durante discurso na cidade de Mineápolis, cidade que conseguiu reduzir em 40% a violência armada entre jovens.

"Se há uma vida que podemos salvar, temos a obrigação de tentar", afirmou Obama, na sua primeira viagem para impulsionar as propostas que encaminhou para um maior controle das armas, visando conseguir apoio popular.

O presidente afirmou que é hora de tomar medidas de "bom senso", voltando a expressar que é preciso proibir a posse de armas de assalto e carregadores de alta capacidade, assim como estabelecer um sistema universal de revisão de antecedentes.

"As armas de guerra não podem seguir nas nossas ruas, em nossas escolas, nem ameaçar a nossos oficiais encarregados de fazer cumprir a lei", discursou Obama, no Departamento de Polícia de Mineápolis.

Dentre todas as medidas que Obama defende a proibição das armas de assalto, é a que mais reservas desperta entre os legisladores do seu próprio partido, o Democrata.


O líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, afirmou neste domingo à emissora "ABC", que apoia expandir o sistema de verificação de antecedentes e que é preciso estudar a restrição do acesso aos carregadores de alta capacidade, mas se recusou a respaldar a proibição das armas de assalto.

Hoje, o presidente ressaltou a cidade por "se unir", tomando medidas que deram resultado. Obama enfatizou que "a única maneira de reduzir a violência armada no país é o povo americano decidir que isso é importante".

Dentro de debate gerado após o tiroteio em dezembro em Newtown, onde Adam Lanza matou 20 crianças e seis adultos em uma escola após assassinar sua mãe antes de sair de casa, Obama sublinhou seu respeito à Segunda Emenda da Constituição, que protege o direito dos americanos de possuir armas.

Porém, ao contrário, desenhou um plano para reduzir a violência causada pelas armas e está pedindo ao Congresso a aprovar leis para restringir o acesso e a disponibilidade de armas de assalta e carregadores de alta capacidade, assim como para assegurar um sistema universal de verificação de antecedentes criminais.