Tecnologia

Venezuela pede bloqueio de tuítes do mercado negro do dólar

País pediu ao Twitter que bloqueie contas ligadas a sites que publiquem a taxa de câmbio do dólar no mercado negro


	Dólar: Maduro pediu que os fornecedores de serviços bloqueassem sites que publicam a taxa de câmbio
 (Susana Gonzalez/Bloomberg)

Dólar: Maduro pediu que os fornecedores de serviços bloqueassem sites que publicam a taxa de câmbio (Susana Gonzalez/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 19 de novembro de 2013 às 18h22.

Caracas - A Venezuela pediu ao Twitter nesta terça-feira que bloqueie contas ligadas a sites que publiquem a taxa de câmbio do dólar no mercado negro, apontados pelo governo como prejudiciais a seus esforços de controlar a moeda e conter a inflação.

O presidente Nicolas Maduro pediu que os fornecedores de serviços de Internet bloqueassem neste mês alguns sites, entre eles o http://www.dolartoday.com, que publica a taxa de câmbio, atualmente mais do que nove vezes a taxa oficial de 6,3 bolívares por dólar.

Nos últimos dias, as contas no Twitter associadas a esses sites publicaram endereços alternativos na Web para acessar as páginas.

A agência de telecomunicações da Venezuela disse ter dito ao Twitter que a empresa estava permitindo que usuários infringissem a proibição, "uma situação que está seriamente prejudicando a economia venezuelana".

Um porta-voz do Twitter disse que a companhia não tinha comentários a fazer imediatamente.

Desde 2003, a Venezuela manteve controles sobre sua taxa de câmbio para manter o dólar fixo, apesar de as negociações no mercado negro continuarem desde que os controles foram implantados.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas de internetEmpresas americanasRedes sociaisInternetAmérica LatinaCâmbioDólarMoedasVenezuelaTwitter

Mais de Tecnologia

Qual é a melhor antena para ver a Copa?

App Store viabilizou US$ 1,4 trilhão em faturamento em 2025, diz relatório

Uma ilha flutuante movida a energia nuclear: o plano da China para o transporte marítimo

Instagram lança plano premium no Brasil por R$ 10 ao mês; veja o que muda