No futuro, o software usará big data para identificar e-mails de golpistas e brechas de segurança. Com inteligência artificial, vírus serão rastreados e bloqueados, antes que contaminem os gadgets.
Para manter o computador protegido, os programas atuais precisam ser atualizados diariamente. Se o usuário ficar sem internet, o computador fica desprotegido. Algumas atualizações são feitas manualmente, o que complica o processo de proteção.
As interfaces atuais são utilizadas para executar os recursos do antivírus, como as atualizações de vacinas e a varredura contra vírus. Muitas são confusas e difíceis de usar.
Na interface do antivírus do futuro, as telas de controle deixarão de existir. O usuário não precisará mais acessar o programa para executar a proteção e a configuração.
Para identificar um vírus, o programa de proteção mistura algoritmos que estudam o comportamento do PC, da rede e do usuário com listas que identificam potenciais vírus.
No futuro, com informações mineradas de big data, o antivírus encontrará a proteção ideal para o usuário. O vírus será identificado antes de chegar ao computador.
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