• AALR3 R$ 20,20 -0.49
  • AAPL34 R$ 66,78 -0.79
  • ABCB4 R$ 16,69 -3.75
  • ABEV3 R$ 13,98 -1.13
  • AERI3 R$ 3,67 -0.81
  • AESB3 R$ 10,70 0.00
  • AGRO3 R$ 30,74 -0.32
  • ALPA4 R$ 20,46 -1.35
  • ALSO3 R$ 18,92 -0.94
  • ALUP11 R$ 26,83 0.86
  • AMAR3 R$ 2,41 -1.23
  • AMBP3 R$ 29,84 -2.29
  • AMER3 R$ 23,45 1.56
  • AMZO34 R$ 66,86 -0.09
  • ANIM3 R$ 5,36 -2.72
  • ARZZ3 R$ 81,01 -0.23
  • ASAI3 R$ 15,95 3.24
  • AZUL4 R$ 20,93 -1.46
  • B3SA3 R$ 12,13 2.71
  • BBAS3 R$ 37,15 4.06
  • AALR3 R$ 20,20 -0.49
  • AAPL34 R$ 66,78 -0.79
  • ABCB4 R$ 16,69 -3.75
  • ABEV3 R$ 13,98 -1.13
  • AERI3 R$ 3,67 -0.81
  • AESB3 R$ 10,70 0.00
  • AGRO3 R$ 30,74 -0.32
  • ALPA4 R$ 20,46 -1.35
  • ALSO3 R$ 18,92 -0.94
  • ALUP11 R$ 26,83 0.86
  • AMAR3 R$ 2,41 -1.23
  • AMBP3 R$ 29,84 -2.29
  • AMER3 R$ 23,45 1.56
  • AMZO34 R$ 66,86 -0.09
  • ANIM3 R$ 5,36 -2.72
  • ARZZ3 R$ 81,01 -0.23
  • ASAI3 R$ 15,95 3.24
  • AZUL4 R$ 20,93 -1.46
  • B3SA3 R$ 12,13 2.71
  • BBAS3 R$ 37,15 4.06
Abra sua conta no BTG

O plano de US$ 20 bilhões da Intel para voltar a ser líder global de chips

No encalço de concorrentes como TSMC e Samsung, a companhia americana está disposta ir além e desembolsar até 100 bilhões de dólares para criar um mega complexo industrial
Pat Gelsinger, CEO da Intel (Getty Images/Paul Morris)
Pat Gelsinger, CEO da Intel (Getty Images/Paul Morris)
Por André LopesPublicado em 21/01/2022 14:11 | Última atualização em 21/01/2022 17:10Tempo de Leitura: 2 min de leitura

É sempre bom ter boas notícias antes de um balanço financeiro ser apresentado. A fabricante de processadores Intel, que divulga seus últimos dados de 2021 na próxima semana, sabe bem disso. A empresa detalhou nesta semana como se dará o seu mega projeto de 20 bilhões de dólares para retomar a liderança global do setor de chips e as novidades devem animar os investidores da empresa.

O plano, sobretudo, consiste em expandir a capacidade americana de fabricar componentes eletrônicos. E para tal, a empresa já investiu em maquinário de última geração e já escolheu uma região 1.000 acres em Ohio, nos EUA, para instalar duas novas fábricas. A iniciativa gerará pelo menos 3.000 empregos diretos, além de 7.000 postos de trabalho indiretos.

Em entrevista à revista Time, Pat Gelsinger, CEO da Intel, relata que a capacidade da nova região de operação é modular, e pode ser expandida conforme a necessidade. Seria possível ocupar a região com até oito fábricas.

“Nossa expectativa é a de que este se torne o maior local de fabricação de silício do planeta”, disse Gelsinger à Time, com o adendo de que o investimento, caso haja a expansão, custaria o montante de 100 bilhões de dólares, valor que a empresa está disposta a desembolsar.

O anúncio ocorre enquanto o mundo continua a lidar com uma escassez crescente de chips de computador, que atinge de fabricantes de consoles de jogos até montadoras de carros.

Uma situação que lança luz sobre a mudança iniciada há décadas na fabricação de chips dos EUA e da Europa que migrou para os países asiáticos, particularmente Taiwan, onde a maior fornecedora de todas, a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC), está sediada.

Para ajudar a reverter a mudança, o Senado dos EUA aprovou um pacote de subsídios de 52 bilhões de dólares para a indústria de chips em junho do ano passado, que ofereceria subsídios para empresas que construíssem novas fábricas nos EUA, mas o projeto ainda não passou pela Câmara.

Mas, de olho no subsídio, os concorrentes da Intel, TSMC e Samsung, anunciaram também novos empreitadas de fabricação nos Estados Unidos, mas no Arizona e Texas, respectivamente.

A vantagem da Intel, como relata o site The Verge, é o fato de ser uma empresa 100% americana, enquanto a proximidade da TSMC com a China será sempre uma pedra no sapato.