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Netflix prepara sua entrada no mercado brasileiro

A Netflix se prepara para trazer, ao Brasil, seu serviço de filmes sob demanda na internet. A empresa já negocia o licenciamento da programação com canais de TV

Por 7,99 dólares mensais, assinantes da Netflix nos Estados Unidos podem ver quantos filmes quiserem (Divulgação)

Maurício Grego

Publicado em 9 de maio de 2011 às 17h19.

São Paulo — A Netflix se prepara para expandir seu serviço de filmes e séries de TV sob demanda para quatro países da América Latina: Brasil, Chile, Argentina e México. Segundo o jornal Financial Times, a empresa já negocia o licenciamento de telenovelas da Rede Globo e de programas dos grupos mexicanos Televisa e TV Azteca. O plano é oferecer tanto títulos internacionais como alguns de produção local.

A Netflix tem cerca de 24 milhões de assinantes nos Estados Unidos e no Canadá. Esse número vem crescendo rapidamente nos últimos anos. Mas a avaliação do mercado é que, para manter o ritmo de crescimento, a empresa terá de se expandir para fora da América do Norte. É o que ela parece estar se preparando para fazer.

Vídeo sob demanda

Fundada em 1999, a Netflix começou oferecendo aluguel de DVDs por assinatura. O assinante paga uma taxa mensal e escolhe, na web, os filmes que quer ver. Os DVDs são enviados pelo correio. A empresa tem um aplicativo de recomendação na web que procura sugerir filmes com base nas preferências do usuário. 60% dos filmes são selecionados por meio desse aplicativo.

Com o tempo, parte do catálogo da Netflix passou a ser oferecido também via streaming sob demanda. São filmes e programas de TV que podem ser vistos em computadores, tablets e televisores conectados à internet. Receptores do tipo set-top box, consoles para jogos e players de Blu-ray com acesso à internet permitem acrescentar esse recurso a televisores que não o possuem. Uma assinatura mensal sem limite de número de filmes custa 7,99 dólares nos Estados Unidos.

É esse serviço de vídeo sob demanda que a Netflix deve trazer ao Brasil, já que a tendência é o negócio de DVDs perder importância com o tempo. Mas a empresa não comenta, oficialmente, seus planos de expansão. Ela só diz que seu objetivo de longo prazo é ter um serviço de alcance mundial.

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A Netflix tem cerca de 24 milhões de assinantes nos Estados Unidos e no Canadá. Esse número vem crescendo rapidamente nos últimos anos. Mas a avaliação do mercado é que, para manter o ritmo de crescimento, a empresa terá de se expandir para fora da América do Norte. É o que ela parece estar se preparando para fazer.

Vídeo sob demanda

Fundada em 1999, a Netflix começou oferecendo aluguel de DVDs por assinatura. O assinante paga uma taxa mensal e escolhe, na web, os filmes que quer ver. Os DVDs são enviados pelo correio. A empresa tem um aplicativo de recomendação na web que procura sugerir filmes com base nas preferências do usuário. 60% dos filmes são selecionados por meio desse aplicativo.

Com o tempo, parte do catálogo da Netflix passou a ser oferecido também via streaming sob demanda. São filmes e programas de TV que podem ser vistos em computadores, tablets e televisores conectados à internet. Receptores do tipo set-top box, consoles para jogos e players de Blu-ray com acesso à internet permitem acrescentar esse recurso a televisores que não o possuem. Uma assinatura mensal sem limite de número de filmes custa 7,99 dólares nos Estados Unidos.

É esse serviço de vídeo sob demanda que a Netflix deve trazer ao Brasil, já que a tendência é o negócio de DVDs perder importância com o tempo. Mas a empresa não comenta, oficialmente, seus planos de expansão. Ela só diz que seu objetivo de longo prazo é ter um serviço de alcance mundial.

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