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Metrô de Londres testa tecnologia que "recicla" energia

Sistema que reaproveita a energia liberada nas frenagens dos trens promete cortar 5% da conta de energia e garantir economia milionária

	Metrô de Londres: tecnologia recupera energia suficiente para abastecer 104 casas por ano.
 (Shaun Curry/AFP)
Metrô de Londres: tecnologia recupera energia suficiente para abastecer 104 casas por ano. (Shaun Curry/AFP)
Por Vanessa BarbosaPublicado em 09/10/2015 09:59 | Última atualização em 09/10/2015 09:59Tempo de Leitura: 2 min de leitura

São Paulo -  Com mais de 400 quilômetros de extensão e cerca de 3 milhões de usuários por dia, o metrô de Londres é um sistema faminto por energia.

Procurando reduzir a demanda por eletricidade e tornar o processo mais sustentável, o Transport for London (TFL), que administra o metrô londrino, está testando uma nova tecnologia que promete cortar 5% da conta de energia e garantir economia de 6 milhões de libras esterlinas por ano (algo próximo de 35 milhões de reais).

A nova tecnologia reaproveita a energia liberada durante as frenagens dos trens e a envia de volta ao sistema em forma de eletricidade.

Os testes iniciais ocorreram na subestação de Cloudesley Road, na linha Victoria, e apresentaram bons resultados. Em apenas uma semana, segundo o TFL, a tecnologia recuperou energia suficiente para abastecer a estação de Holborn, uma das principais de Londres, durante dois dias por semana.

Ainda segundo a administradora do metrô londrino, a tecnologia poderia recuperar 1 megawatt-hora (MWh) de energia por dia, o suficiente para eletrificar 104 casas por ano.

Além de poupar no consumo, a 'reciclagem' de energia tem a vantagem de diminuir a quantidade de calor gerada pelos trens no anda-e-para dentro dos túneis, o que também ajudaria a reduzir a energia necessária para refrigerar as estações.

Os testes, que vão continuar por mais algumas semanas, são parte de um amplo programa de modernização do metrô londrino, que inclui, ainda, a reparação da infraestrutura existente e instalação de novas linhas.