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Ir à sauna com frequência faz bem à saúde e prolonga a vida

O risco de morte súbita por infarto diminue para 63% entre aqueles que vão à sauna de quatro a sete vezes por semana

Sauna (WikiMedia Commons)

Sauna (WikiMedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 26 de fevereiro de 2015 às 05h56.

Os homens que vão à sauna regularmente vivem mais e têm uma saúde melhor, reduzindo os riscos de infartos, segundo um estudo realizado na Finlândia e publicado nesta semana em uma revista especializada americana.

O estudo, que foi realizado com uma mostra de 2.315 homens entre os 42 e 60 anos, ao longo de 21 anos, mostra que o risco de morte súbita por infarto é 22% menor entre aqueles que vão à sauna duas ou três vezes por semana.

O risco diminuiu para 63% entre aqueles que vão de quatro a sete vezes por semana, acrescentaram os autores da pesquisa publicada na revista médica americana JAMA.

No que se refere ao risco de morte por doenças coronárias, o percentual é de 23% a 48% inferior naqueles que vão à sauna com frequência.

O risco de morrer por infarto é 27% menor para os homem que vão às saunas entre duas e três vezes por semana, e 50% menor para quem vai quatro e sete vezes por semana, em comparação com quem vai uma vez por semana.

Segundo os pesquisadores, o risco de morrer por qualquer causa é de 24% para quem vai de duas a três vezes à sauna, e de 40% para quem vai de quatro a sete vezes.

A frequência entre as sessões também estabelece uma diferença, de acordo com o estudo.

Para os homens que ficam menos de 11 minutos dentro da sauna, o risco de morrer por uma crise cardíaca é de 7% maior do que aqueles que passam entre 11 e 19 minutos. Quanto maior o tempo, menor o risco.

"Outros estudos são necessários para determinar o potencial mecanismo que relaciona a saúde cardiovascular e os banhos de sauna", afirmaram os autores da pesquisa.

A doutora Rita Redberg, da Universidade da Califórnia, em San Francisco, disse ignorar "por que os homens que vão com frequência à sauna vivem mais", mas "está claro que é uma boa forma de passar o tempo", comentou em um editorial publicado na revista.

 

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