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EUA e Europa monitoram serviço da Apple

Desenvolvedores de apps americanos e europeus então insatisfeitos com o plano da Apple de ficar com 30 por cento de toda a receita das assinaturas online

Empresas que vendem assinaturas de serviços de músicas como a Rhapsody e a Rdio descreveram a política da Apple como "insustentável economicamente" para seus negócios (Peter Macdiarmid/Getty Images)
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Da Redação

Publicado em 9 de junho de 2011 às 20h43.

Nova Iorque - Órgãos reguladores dos Estados Unidos e da Europa estão monitorando os planos da Apple para o novo serviço de assinaturas por meio de sua loja de aplicativos. A Apple pretende arrecadar parte da receita gerada pelo serviço de assinaturas, o que gerou controvérsia após o lançamento do serviço.

Alguns desenvolvedores de aplicativos então insatisfeitos com o plano da Apple de ficar com 30 por cento de toda a receita das assinaturas online.

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Empresas que vendem assinaturas de serviços de músicas como a Rhapsody e a Rdio descreveram a política da Apple como "insustentável economicamente" para seus negócios.

Outras companhias da mídia que podem ser afetadas incluem editoras de revistas e jornais, que esperam revigorar suas vendas, atualmente em baixa, com a oferta das publicações por assinaturas para tablets como o iPad.

O Departamento de Justiça dos EUA está nos estágios iniciais de uma investigação, de acordo com uma fonte com conhecimento do assunto. Atualmente, provedores de conteúdo e a Apple estão sendo consultados.

Na Europa, um porta-voz da Comissão Europeia afirmou: "Estamos monitorando cuidadosamente o mercado". Mas uma investigação oficial parece improvável, já que comissários veem um aumento na concorrência do setor.

O Comissário europeu Andris Pieblags --em comentários ao Parlamento Europeu sobre o assunto-- disse que o monitoramento é necessário, "já que a Apple detém uma posição dominante do mercado".

"As fronteiras de um mercado tão relevante ainda não estão claras, como o setor ainda é relativamente novo e está em evolução", disse.

A Apple afirmou na terça-feira que provedores de conteúdo podem definir o preço e a duração das assinaturas. Eles também podem oferecê-las pelos seus próprios sites, mas será necessário oferecer as mesmas condições em vigor na loja da Apple.

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