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Apresentado por DOCUSIGN

Documentário mostra como a tecnologia mudou a vida de seis empreendedores

Apresentado por DocuSign, Agentes de Transformação mostra histórias de pessoas que, ao aceitarem a mudança, impactaram a vida de milhões – e para melhor

Minidocumentário Agentes de Transformação, apresentado por DocuSign: transformações dos personagens têm como pano de fundo a tecnologia (DocuSign/Divulgação)

Minidocumentário Agentes de Transformação, apresentado por DocuSign: transformações dos personagens têm como pano de fundo a tecnologia (DocuSign/Divulgação)

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Publicado em 27 de outubro de 2021 às 09h00.

Formada em tecnologia da informação, a executiva Nina Silva sofreu racismo empresarial e transformou esse preconceito em inspiração para fundar o Movimento Black Money, hub de inovação para comunicação, educação e negócios pretos, do qual é CEO.

 

A artista plástica Camila Alcântara e o empresário Guilherme Marinho desejaram difundir o acesso à cultura e tornaram-se também sócios da Galeria Lateral, um espaço de arte contemporânea que ajuda a fomentar a renda de artistas independentes.

 

Em meio a um contexto de degradação ambiental, o engenheiro florestal Rubens Benini decidiu recuperar matas nativas e hoje gerencia para a América Latina a área de estratégia de restauração florestal da ONG The Nature Conservancy.

 

O executivo Carlos Bianconi partiu de uma dificuldade pessoal para chegar ao topo, como CEO da RNI, incorporadora imobiliária com três décadas de atuação.

 

Em plena pandemia, o empresário Fernando Medina transformou a Luandre, consultoria de Recursos Humanos fundada em 1970 pelo pai, na segunda maior geradora de empregos no Brasil em 2020.

 

As transformações vivenciadas por cada um dos personagens acima têm como pano de fundo a tecnologia. E é graças a ela que essas mudanças geraram um impacto exponencial na vida de outras pessoas, conforme podemos assistir no minidocumentário Agentes de Transformação, apresentado por DocuSign, fornecedora de soluções digitais, como plataformas de assinatura eletrônica e gestão de documentos, que otimizam a operação de empresas em todo o mundo.

Essas seis histórias são exemplos inspiradores de brasileiras e brasileiros que, nos dias de hoje, mostram-se flexíveis para aceitar novas ideias e trilhar novos caminhos em busca da mudança pessoal e profissional.

Caminho sem volta

Se no campo do trabalho e renda, aliás, a pandemia fez desabar os índices de emprego no país, o distanciamento físico e o confinamento foram indutores de novas e necessárias oportunidades que, graças à tecnologia, levaram muitos brasileiros a conseguir uma recolocação.

“Nós, que durante 50 anos fizemos o recrutamento de candidatos de modo presencial, tivemos de mudar os processos seletivos em dois dias”, conta Fernando Medina, CEO da Luandre. “Isso transformou de forma positiva a vida do candidato, que não precisou mais atravessar a cidade para se aplicar a uma vaga. Da entrevista à assinatura do contrato de trabalho, tudo passou a ser feito de modo virtual”. Na contramão da economia, essa agilidade permitiu à Luandre aumentar em 50% o time de colaboradores e a gerir 1 milhão de novos postos de emprego para as empresas às quais presta serviços.

“A evolução tecnológica é um caminho sem volta”, diz Carlos Bianconi, CEO da RNI, incorporadora imobiliária do Grupo Rodobens, que já lançou 73.000 unidades imobiliárias em 59 cidades de 12 estados e hoje tem foco em moradia popular.

“Estávamos acostumados a assinar os documentos com papel e caneta. Quem vai querer ficar com calhamaços, perdendo horas em avião e salas de embarque? Hoje eu assino todos os documentos da companhia sentado na minha cadeira, pelo notebook”.

Outro benefício da redução de uso de papel proporcionado pela tecnologia, segundo o engenheiro florestal Rubens Benini, foi a preservação de uma área equivalente a 4.000 parques do Ibirapuera em 2020 no país. “Todas as iniciativas que visem diminuir o impacto nos recursos naturais são bem-vindas”, diz ele.

 O limite é o mundo

Se a tecnologia pode estar a serviço do meio ambiente, ela se mostra uma forte aliada da arte, conforme se verifica na Galeria Lateral, fundada pelo empresário Guilherme Marinho e a artista plástica Camila Alcântara em plena pandemia, na sala de casa, localizada no bairro paulistano do Ipiranga.

O site da Lateral, por sua vez, é importante fonte de renda para os artistas emergentes, que têm seus trabalhos leiloados de modo virtual. “A tecnologia potencializa o nosso trabalho e permite que a gente tenha visibilidade em outros países”, diz Marinho.

Apenas a segunda pessoa da família a ter tido a oportunidade de chegar à universidade, Nina Silva construiu a carreira conectada ao ambiente de inovação. Um universo, diga-se, com pouca diversidade e hostil, nas palavras dela, aos negros.

“Meu questionamento era: como eu poderia usar a tecnologia aliada com a educação, para trazer mais pessoas negras para as corporações?”

A resposta a esse propósito levou-a a criar em 2017 o Movimento Black Money, iniciativa pela qual foi reconhecida em 2019 como uma das 100 pessoas negras com menos de 40 anos mais influentes do mundo, na lista Most Influential People of Africa Descent, iniciativa ligada à Organização das Nações Unidas (ONU).

Graças às ferramentas, aos cursos e conteúdos disponíveis na plataforma digital, o MBM leva conhecimentos de empreendedorismo e finanças a um incontável número de pessoas.

“A gente precisa transmitir isso de uma maneira simples, replicável e que chegue ao número maior de pessoas”, diz Nina, a respeito da atuação do Movimento Black Money. “Por isso é importante termos a tecnologia como meio e não como uma finalidade”.

Para conhecer mais sobre estas histórias inspiradoras acesse a página da DocuSign e assista ao minidocumentário.

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