Com a queda da patente da semaglutida em 20 de março, farmacêuticas nacionais se preparam para entrar em um mercado de até R$ 20 bilhões dominado hoje por Novo Nordisk e Eli Lilly
País produziu 55 milhões de aparelhos em 2025, alta de 53%, em meio à tentativa da empresa de reduzir dependência da China e driblar tensões comerciais