O fotojornalista Doug Menuez lançou recentemente um livro fotográfico sobre Steve Jobs, o cofundador da Apple Computers. Nesta semana, Menuez divulgou algumas imagens inéditas que estão presentes no "Fearless Genius" ("Gênio Destemido") disponível na Amazon em formato de e-book.
Em 1985, Menuez ficou sabendo da saída de Jobs da Apple e pediu a ele permissão para documentar sua vida a partir de então.
Confira a seguir as imagens de Jobs entre 1985 e 1991, fotografadas por Menuez.
O dia em que Ross Perot deu 20 milhões de dólares a Jobs. Já sabendo a importância do ambiente para uma apresentação, Jobs impressionou Perot com um almoço nada convencional junto com a diretoria da NeXT em um galpão abandonado.
Jobs voltando de uma visita à fabrica nova. Menuez diz que apesar de ser rude e crítico, cofundador da Apple era alegre e tinha uma energia contagiante. O fotógrafo destaca que este era um momento raro.
Jobs vê o protótipo do próximo computador da NeXT junto com Ken Haven, diretor de engenharia mecânica, à época. A empresa escolheu usar magnésio por sua leveza e resistência, mas isso gerou custos e atrasou o produto.
Na foto, Jobs estava em um raro momento de descontração. Mas o fotógrafo afirma que ele "fingia ser humano", porque isso, na verdade, era apenas uma atuação para que sua equipe relaxasse.
Jobs pensando. O fotógrafo conta que apesar do destino infeliz da NeXT, o executivo nunca desistiu de suas ideias. As inovações criadas na NeXT o levaram para a volta triunfal para a Apple.
Plano divulgado pelo governo chinês estabelece metas para baterias de estado sólido e alta durabilidade até 2030, ampliando aplicações para setores como aviação, robótica e armazenamento de energia
Avaliada em US$ 9 bilhões no auge, a Theranos ruiu após denúncias de que seus testes eram falsos. Hoje cumprindo pena de prisão, a fundadora Elizabeth Holmes tem sua história retratada em nova produção de cinema
Com um novo chip que promete rivalizar com a americana, planos de 20 gigawatts em data centers até 2032 e uma receita de nuvem que já cresce 45% ao ano, a Alibaba aposta todas as fichas na IA — e já colocou o Brasil no mapa dessa expansão