Casal: para cientistas, diversos aspectos físicos pesam na escolha feminina (Lynda Sanchez/Flickr)
Da Redação
Publicado em 4 de abril de 2014 às 21h46.
São Paulo - Alto, com rosto simétrico, voz grave e olhos marcantes. Essas seriam características que tornariam um homem fisicamente atraente para mulheres.
Pelo menos, é o que afirmam os cientistas. Diversas pesquisas nesse sentido têm sido divulgadas nos últimos anos. Abaixo, resumimos quatro delas. A lista não inclui características comportamentais e outras que também influem, é claro, na preferência feminina. Confira:
1 Rosto simétrico
Num estudo realizado pelo cientista Randy Thornhill, da Universidade da Califórnia, 40 fotos em preto e branco de homens foram avaliadas por um grupo de 79 alunas da instituição. Ao fim do experimento, foi constatada uma relação entre as maiores notas e os rostos com maior simetria facial.
2 Voz Grave
A cientista Jovana Vukovic pediu que 113 alunas da Universidade de Aberdeen avaliassem as vozes de quatro homens. Nas gravações, todos eles diziam as duas mesmas frases. Um programa de computador gerou versões mais graves e mais agudas das vozes a serem avaliadas. Por fim, a pesquisadora constatou que, em geral, as mulheres preferiam vozes que soassem mais graves que as suas.
3 Olhos marcantes
Um estudo da Universidade da Califórnia liderado por Daarren Peshek reuniu fotos de 10 homens e 10 mulheres. Para cada uma, foi criada uma cópia com alterações que clareavam a região do anel do limbo, circulo escuro localizado no entorno da íris.
Os pares de imagens alteradas e originais foram apresentadas a 20 homens e 25 mulheres, que deram notas a elas. A constatação do trabalho foi que as fotos originais (nas quais o anel aparecem mais escuro) foram melhor avaliadas que as alteradas - tanto por homens quanto por mulheres.
4 Altura
Um levantamento foi realizado pelo cientista R.I.M. Dunbar, da Universidade de Liverpool, com 4.500 homens poloneses entre 25 e 60 anos. O trabalho apontou que aqueles que eram pais eram, em média, 3 centímetros mais altos do que aqueles que não tinham filhos. "Isso indica que há seleção ativa por altura entre seus parceiros homens pelas mulheres", afirma Dunbar no estudo.