Ciência

Cérebro de Einstein é exposto em Londres

Essa é a primeira vez que uma parte do cérebro de Einstein é exposta na Grã-Bretanha

A mostra também tem cerca de outros 150 objetos (Wikimedia Commons)

A mostra também tem cerca de outros 150 objetos (Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 29 de março de 2012 às 16h50.

São Paulo - A exposição ´Cérebro: A Mente como Matéria´, em cartaz a partir de hoje até 17 de junho no centro exposições Wellcome Collection, em Londres, traz como destaque um pedaço do cérebro do físico Albert Einstein (1879-1955).

Essa é a primeira vez que uma parte do cérebro de Einstein é exposta na Grã-Bretanha. O corpo do físico foi cremado, mas o patologista Thomas Harvey, responsável pela autópsia, alegou que o filho de Einstein deu permissão para que o cérebro do físico fosse preservado para pesquisas.

Duas das 240 partes do cérebro que o patologista Thomas Harvey cortou para estudar estão expostas em lâminas no Wellcome Collection. O objetivo da exposição é mostrar o que os humanos foram capazes de fazer com cérebros em nome da ciência e da tecnologia. Por isso, ela reúne o que os cientistas e artistas exploraram nos últimos anos sobre a natureza cerebral.

A mostra também tem cerca de outros 150 objetos. Entre eles estão cérebros inteiros preservados, além de um cérebro mumificado do Egito Antigo, de quase 5 mil anos atrás e o de Helen H. Gardener, defensora do voto feminino, que doou seu cérebro aos cientistas com o objetivo de provar que cérebros de homens e mulheres eram igualmente capazes.

A exposição também conta desenhos, fotos, estudos e vídeos de entrevistas com potenciais doadores de cérebro, que ressaltam a importância do constante fornecimento de material novo para que os cientistas possam trabalhar em busca de tratamentos para doenças como Alzheimer.

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