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Britânicos trabalham sem descanso após ciberataque em hospitais

Dezenas de hospitais e centros de saúde na Inglaterra e Escócia foram afetados ontem por um vírus que bloqueou seus computadores

 (Freeimages.com/Reprodução)

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EFE

Publicado em 13 de maio de 2017 às 09h06.

Última atualização em 15 de maio de 2017 às 10h06.

Londres - O diretor do Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido (NCSC, sigla em inglês), Ciaran Martin, afirmou neste sábado que seus especialistas trabalham "sem descanso" para restaurar os equipamentos de informáticas do sistema de saúde pública afetados por um ciberataque de grande escala.

"Estamos conscientes de que os ataques a serviços críticos como o NHS (serviço de saúde britânico) têm um enorme impacto nas pessoas e suas famílias. Estamos fazendo todo o possível para restaurar esses serviços vitais", disse Martin, em um comunicado.

Dezenas de hospitais e centros de saúde na Inglaterra e Escócia foram afetados ontem por um vírus que bloqueou seus computadores, o que obrigou a cancelar cirurgias e visitas médicas.

O chefe do NCSC, órgão ligado aos serviços de inteligência do Reino Unido, afirmou que o incidente faz parte de "um conjunto de ciberataques globais contra milhares de organizações e indivíduos em dezenas de países".

O Centro Nacional de Cibersegurança britânico, que foi inaugurado pela rainha Elizabeth II em fevereiro passado, trabalha "incansavelmente" com "parceiros internacionais e especialistas do setor privado para levar a resposta a estes ciberataques", afirmou Martin.

O órgão de segurança diz que os ataques com "ransomware" como os que aconteceram no Reino Unido, onde um software malicioso exige um resgate para acessar os computadores, costumam ser realizados por "grupos criminosos".

E por enquanto "não se pode descartar nada" sobre a autoria do ciberataque, acrescentou a fonte.

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