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O desafio do Enjoei para mostrar que é 'mais do que uma modinha'

A plataforma de moda Enjoei conquistou consumidores e investidores com leveza e um modelo de negócios conectado ao século 21

Ana Luiza McLaren e Tiê Lima, na sede da empresa: sintonia do casal ganhou a atenção de banqueiros e investidores mesmo com oferta pequena — o Enjoei estreou na bolsa avaliado em
2 bilhões de reais  (Leandro Fonseca/Exame)

Ana Luiza McLaren e Tiê Lima, na sede da empresa: sintonia do casal ganhou a atenção de banqueiros e investidores mesmo com oferta pequena — o Enjoei estreou na bolsa avaliado em 2 bilhões de reais (Leandro Fonseca/Exame)

GV

Graziella Valenti

Publicado em 15 de abril de 2021 às 05h45.

Última atualização em 21 de setembro de 2021 às 00h24.

A plataforma de comércio de moda Enjoei emula como poucas empresas o espírito dos tempos atuais­. Nesta pandemia que trancafiou as pessoas em casa e turbinou negócios digitais, a startup paulistana permite a seus clientes vender roupas e objetos usados que carregam junto um pedacinho da sua história.

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