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Vinícolas brasileiras crescem e avançam internacionalmente

Elegantes, premiados e reconhecidos. Os vinhos nacionais entraram de vez no radar do consumidor
 (Abril/Marcelo Curia)
(Abril/Marcelo Curia)
Por Matheus DoliveiraPublicado em 23/03/2022 15:00 | Última atualização em 23/03/2022 14:30Tempo de Leitura: 4 min de leitura

“A chance de você gostar de um vinho brasileiro é muito grande”, afirma, colocando peso nas palavras, Luciana Salton, diretora executiva e membro da quarta geração de administradores da vinícola Salton, fundada por imigrantes italianos em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, em 1910.

Para a herdeira do grupo, que é o maior produtor de espumantes do país, um caldeirão que envolve consumidores mais abertos a novidades, uma maior valorização dos produtos nacionais e o avanço nas técnicas e nos processos de cultivo e produção ajudam a explicar por que os rótulos produzidos por aqui estão em evidência.

Em 2021, as vinícolas brasileiras exportaram mais de 12 milhões de litros de vinhos, espumantes e suco de uva, o dobro do ano anterior, segundo a União Brasileira de Vitivinicultura. Só de vinhos finos foram distribuídos, para mais de 53 países, 8,1 milhões de litros, um aumento de 83,25%. Além disso, o ano passado trouxe 29% mais medalhas em premiações internacionais, um total de 414, o que ajuda a melhorar a imagem do país como produtor. “A qualidade da campanha gaúcha está sendo reconhecida.

Houve uma migração de variedades de vinhos de mesa para uvas de vinhos mais finos”, diz Salton, que acredita que o sucesso de nossos espumantes, reconhecidos dentro e fora do Brasil pelo frescor, puxa para cima em termos de qualidade os vinhos tranquilos, aqueles que não têm bolhas.

Depois dos vinhos finos, os espumantes são os queridinhos dos paladares brasileiros. De janeiro a dezembro de 2021, foram comercializados 30,3 milhões de litros dos vinhos de borbulha no mercado interno, uma alta de 40% em relação ao período imediatamente anterior. Também no ano passado, a exportação da variedade subiu 21%, demonstrando que o sabor brasileiro está rompendo fronteiras e sendo apreciado aqui e lá fora. Para Fabrizia Zucherato, diretora da vinícola Guaspari, pioneira na produção de vinho em Espírito Santo do Pinhal, região tradicionalmente cafeeira da Serra da Mantiqueira, em São Paulo, a consistência na qualidade é o que vem definindo os vinhos brasileiros.

“Nos últimos cinco anos, até os restaurantes mais badalados passaram a dar mais espaço aos rótulos nacionais”, diz. Longe da famosa Serra Gaúcha, as videiras paulistas da Guaspari, plantadas pela primeira vez em 2006 com mudas francesas, se destacam pela variedade syrah. A marca foi a única brasileira premiada no Syrah du Monde 2021, com seu rótulo Guaspari Syrah Vista do Chá 2016, que recebeu medalha de prata na competição realizada na França. É um dos indícios de que há algum tempo os bons vinhos brasileiros estão indo além da Região Sul — e podem estar mais próximos do que você imagina.  


PREFERÊNCIA NACIONAL

Chandon Rosé Brut

(Divulgação/Divulgação)

Produzido pelo método Charmat, esse exemplar assinado pelo braço brasileiro da marca francesa Möet & Chandon é feito no município de Garibaldi, no Rio Grande do Sul, e leva uvas do tipo pinot noir, chardonnay e riesling itálico.

R$ 111,65 | wine.com.br


Alísios Pinot Grigio 2021

(Divulgação/Divulgação)

Esse branco que ganha vida na campanha meridional do Sul do Brasil é composto unicamente da uva pinot grigio, variedade que neste ano foi favorecida pelas temperaturas mais frescas na região. O resultado é um vinho mais delicado com notas de abacaxi e pêssego.

R$ 53,90 |  evino.com.br


Miolo Lote 43

(Divulgação/Divulgação)

Elaborado no Vale dos Vinhedos, esse rótulo presta homenagem ao italiano fundador da vinícola, Giuseppe Miolo. O tinto é produzido com uvas merlot e cabernet sauvignon e tem potencial de guarda de dez anos.

R$ 208,64 |  loja.miolo.com.br


Salton Ouro Brut

(Divulgação/Divulgação)

O rótulo premiado é feito com uvas chardonnay, pinot noir e riesling colhidas manualmente na Serra Gaúcha. Passa por duas fermentações e por amadurecimento de 12 meses na barrica.

R$ 60 | lojasalton.com.br


(Publicidade/Divulgação)