Revista Exame

A luta e o recomeço

As enchentes, de um jeito trágico, podem marcar um recomeço para o Rio Grande do Sul. As empresas precisam ser protagonistas nesta retomada

Negócios gaúchos debaixo d’água: o estado tem  a oportunidade de virar referência mundial  em descarbonização (Gustavo Ghisleni/AFP/Getty Images)

Negócios gaúchos debaixo d’água: o estado tem a oportunidade de virar referência mundial em descarbonização (Gustavo Ghisleni/AFP/Getty Images)

Lucas Amorim
Lucas Amorim

Diretor de redação da Exame

Publicado em 23 de maio de 2024 às 06h00.

“É fundamental que as empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte, tenham apoio e condições de seguir operando para que possam manter o emprego e a renda das pessoas.” O apelo é de Eduardo Scomazzon, presidente do conselho de administração da tradicional fabricante de itens para casa Tramontina. Criada na Serra Gaúcha há 113 anos, a companhia foi uma das 700.000 empresas gaúchas afetadas pelas enchentes históricas no Rio Grande do Sul. Precisou fechar duas de suas sete fábricas no estado e dar férias coletivas para 4.000 funcionários. No dia 16 de maio a Tramontina voltou a operar e deu início a uma nova fase, a de calcular perdas, rever caminhos e projetar o futuro.

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