R$ 1,5 milhão é ‘esmola’ perto do que ex-BBBs ganham com redes sociais

[Conteúdo Empiricus] Ex-participantes como Juliette, Manu Gavassi e Rafa Kalimann ganham mais do que o valor pago pela Globo como influencers no Instagram e TikTok
Se antes o auge do sucesso pós-BBB era conseguir uma posição na Globo, agora, os ex-confinados veem muito mais vantagem em se alavancarem como influenciadores digitais (C&A/Divulgação)
Se antes o auge do sucesso pós-BBB era conseguir uma posição na Globo, agora, os ex-confinados veem muito mais vantagem em se alavancarem como influenciadores digitais (C&A/Divulgação)
Por EMPIRICUS - UM CONTEÚDO PROMOCIONALPublicado em 11/06/2022 10:00 | Última atualização em 10/06/2022 16:25Tempo de Leitura: 8 min de leitura

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R$ 1,5 milhão, R$ 150 mil e R$ 50 mil. Esses são os respectivos valores dos prêmios de 1º, 2º e 3º lugar do Big Brother Brasil (BBB). O programa domina o segmento de reality show na TV brasileira há 20 anos, não é só um marco do entretenimento audiovisual, mas também uma máquina de fazer milionários.

E eu não estou falando isso por causa da premiação reservada ao ganhador.

Porque, sendo bem honesta, um milhão e meio é “fichinha” perto dos que os participantes do BBB conseguem faturar depois do programa como influenciadores digitais em redes sociais como Instagram, TikTok e Youtube.

Com 4 posts em seu Instagram, a ganhadora do BBB 21, Juliette Freire, consegue superar o pagamento feito pela Globo. Isso porque uma “publi” em seu perfil sai por nada menos do que R$ 400 mil, segundo a plataforma de dados Snaq.

Rafa Kalimann, a segunda colocada do BBB 20, que já tinha carreira como influencer antes de entrar na casa mais vigiada do país, cobra R$ 50 mil pelos publiposts. A terceira colocada da mesma edição, Manu Gavassi, ganhou “apenas” R$ 50 mil ao fim do programa e hoje fatura mais do que isso através de parcerias com marcas. A cantora recebeu aproximadamente dez vezes o valor de seu prêmio para platinar o cabelo, segundo informações do UOL.

No fundo, você tem muito mais chances de ganhar dinheiro em uma carreira como influencer do que tentando entrar no Projac.

Não por acaso, pessoas que já têm dinheiro e fama resolvem entrar no BBB não pelo prêmio, mas para aumentar sua audiência e alcance. E, consequentemente, seu faturamento.  Os exemplos são inúmeros: Boca Rosa, Viihtube, Jade Picon e até mesmo Gavassi e Kalimann.

O prêmio é só um “agrado” a mais para o bolso perto do dinheiro que os ex-BBBs conseguem fazer com marketing de influência depois de saírem da casa.

(Extra/Globo/Divulgação)

Fonte: Extra/Globo.

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Se antes o auge do sucesso pós-BBB era conseguir uma posição na Globo, como aconteceu com Grazi Massafera e Sabrina Sato, agora, os ex-confinados veem muito mais vantagem em se alavancarem como influenciadores digitais.

Não menosprezando os salários pagos pela família Marinho, mas a renda gerada pelas redes sociais e suas ramificações são bem mais promissoras. Além de vender os chamados publiposts para marcas, os influenciadores também podem promover suas próprias marcas e serviços, como fez Bianca Andrade ‒ sua empresa Boca Rosa Beauty triplicou as vendas no período de confinamento da CEO.

Você já viu as cifras acumuladas pelas ex-BBBs mais célebres das últimas edições, mas saiba que não é preciso ter milhões de seguidores e uma fama global para conseguir ganhar dinheiro com suas mídias sociais.

Pessoas com bem menos seguidores que os 33 milhões de Juliette ou os 15 milhões de Manu Gavassi podem se tornar influencers de sucesso, com ganhos na casa dos cinco dígitos mensais, no mínimo.

E não sou eu quem está dizendo isso: uma pesquisa feita pela Folha de São Paulo mostra que a média de ganhos dos influenciadores é de R$ 18 mil por campanha. Mas os valores podem atingir até R$ 600 mil.

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E quer saber por que esse mercado está movimentando tanto dinheiro? Porque as marcas acharam um “pote de ouro” nos influenciadores.

Influenciadores digitais são a profissão do futuro?

Se você parar para analisar, vai perceber que atualmente as marcas que continuam investindo em comerciais televisivos, outdoors pelas cidades e estradas e campanhas publicitárias com altas verbas são aquelas de maior porte: fabricantes de carro, “gigantes” de beleza, bancos…

Afinal, esse tipo de publicidade custa caro e só os “peixes grandes” conseguem bancar.

Mas os influenciadores digitais mudaram completamente esse cenário.

(Estadão/Divulgação)

Fonte: Estadão.

Hoje em dia, se uma marca quer se posicionar no mercado, alcançar clientela e potencializar suas vendas, ela não vai atrás de um espaço na programação da TV. Ela vai procurar os influenciadores com melhor engajamento e que mais se encaixam com o propósito da campanha.

E dentro disso, não são apenas as “Juliettes” e “Manu Gavassis” da vida que conseguem fechar publiposts. Até porque não são todas as empresas que conseguem bancar o preço cobrado pelas ex-BBBs.

Influencers com menos seguidores também são visados pelas marcas, especialmente aqueles que conseguem ter boa conversão e um público engajado. Por exemplo: os chamados “nanoinfluenciadores”, que têm entre 1 mil e 10 mil seguidores, podem ganhar até R$ 15.000 por mês com publis no Instagram, segundo apuração feita pelo UOL.

Isso acontece porque há uma infinidade de nichos e públicos na internet e cada marca vai procurar por aquele influencer que se alinha mais aos seus consumidores.

É por esse motivo que o marketing de influência é um dos mercados com mais baixa barreira de entrada da atualidade. Tudo que você precisa para poder ganhar dinheiro com suas redes sociais é de um celular, da disposição para postar e da estratégia certa para criar conteúdos virais.

Estamos falando de um mercado que deve movimentar mais de 15 bilhões de dólares só em 2022, segundo o Business Insider. E não é difícil entender por quê.

Pense em quanto tempo você passa na internet por dia. E quanto desse tempo é gasto em redes sociais, como Instagram e TikTok? E dentro dessas redes sociais, quem você segue: só amigos e família? Arrisco dizer que você segue, ao menos, um influenciador digital. 

Os influencers estão sendo considerados não os “profissionais do futuro”, mas os profissionais do agora:

(IG Tecnologia/Divulgação)

Fonte: IG Tecnologia, em 12/4/21.

E se você tem interesse em se tornar um influenciador e começar a monetizar seus perfis, saiba que agora é o momento mais propício para fazê-lo.

Você pode até achar que a internet já está “saturada” de influenciadores, mas não se engane: ainda é tempo para conquistar seu espaço nessa indústria bilionária.

Sem precisar ir ao BBB. Nem fazer dancinhas no TikTok, se você não quiser.

Tem interesse em se tornar um influenciador digital? Aqui está a sua oportunidade

Quer apostar no marketing de influência? O momento é agora

A própria existência dos influenciadores digitais é uma coisa recente. Antes, existiam os blogueiros com seus próprios sites e colunistas em jornais e revistas, mas foi somente com as redes sociais que houve uma verdadeira “revolução” nesse sentido.

Hoje, qualquer pessoa com um smartphone pode fazer uma conta em uma rede social e se tornar um influencer.

As marcas estão atrás desse tipo de profissional porque reconhecem sua importância. Para ter uma noção: no Brasil, os influenciadores são a segunda fonte mais relevante para a tomada de decisão de compra, de acordo com a Qualibest.

Mas não pense que isso vai durar para sempre.

Como acontece com todas as profissões e mercados, chega um ponto em que já não é mais novidade. E assim como os influencers “substituíram” os espaços de publicidade tradicionais, eles próprios podem muito bem ser substituídos no futuro por outras figuras que se tornam relevantes.

Então, se você quer surfar nas novas tendências e oportunidades que as redes sociais trouxeram, o momento é agora.

A janela de oportunidade deve se fechar em breve. Quem não conquistar seu espaço enquanto o terreno ainda está fértil, provavelmente vai perder a chance de ganhar bastante dinheiro com as redes sociais.

Portanto, se você não quer perder mais tempo e começar agora mesmo a monetizar seus perfis no Instagram, TikTok, Youtube e demais mídias… sugiro fortemente que preste atenção no convite a seguir.

Saiba mais sobre redes sociais e influencers

Não é porque o mercado de marketing de influência tem uma baixa barreira de entrada que qualquer pessoa pode se dar bem nele. Calma lá, também não estamos falando de uma “terra sem lei”.

Existem sim estratégias para criar conteúdos virais, com alto potencial para conversão em vendas, e fazer os algoritmos das redes sociais trabalharem a seu favor.

E você pode ter acesso a essas informações e técnicas sobre redes sociais, influencers e criação de conteúdo.

Se você quer dar o primeiro passo rumo à carreira de influenciador, essa é a sua chance de  entender a fundo a realidade por trás desse mercado, que é bem mais do que números de likes e seguidores.

Clicando no botão abaixo, você vai aprender como é possível transformar seu perfil na internet em uma fonte de renda e ganhar dinheiro com o marketing de influência:

Quero saber mais sobre Redes Sociais, Influencers e Criação de Conteúdo e como transformar meu perfil em uma fonte de renda

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