Negócios

Zara demite segurança que barrou mulher de hijab em Paris

Vídeo foi postado no Youtube um dia depois dos ataques terroristas à capital francesa e causou revolta de clientes nas redes sociais


	Loja da Zara: incidente aconteceu em uma loja da varejista em Paris
 (Alexander Joe/AFP)

Loja da Zara: incidente aconteceu em uma loja da varejista em Paris (Alexander Joe/AFP)

Tatiana Vaz

Tatiana Vaz

Publicado em 19 de novembro de 2015 às 16h37.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo – A Zara virou alvo de muitas críticas e boicotes nas redes sociais depois de um segurança expulsar uma cliente de hijab, roupa usada tipicamente por muçulmanas, em uma loja em Paris.

O vídeo foi postado no Youtube um dia depois dos atentados terroristas à capital francesa, mas não se sabe a data certa da filmagem.

Nele, o segurança diz que está barrando a entrada da cliente porque não é permitido que pessoas andem com as cabeças cobertas no local.

Não sou eu que faço as regras, ele diz.

Detalhe que a peça do vestuário islâmico cobre a cabeça de quem o usa, mas não todo o rosto. 

Demissão

Depois de muito compartilhado, o vídeo causou a fúria de muitas pessoas nas redes.

Com a repercussão negativa, a Zara afirmou, por meio de sua conta no Twitter, que havia demitido o segurança.

"Gostaríamos de pedir desculpas sinceramente pelo que aconteceu. Nosso diretor na França ligou pessoalmente para a cliente para pedir desculpas e expressar nosso desacordo total com tais ações, que são completamente opostas aos princípios da nossa empresa", disse. 

Veja o vídeo que gerou a polêmica a seguir:

yt thumbnail
Acompanhe tudo sobre:EmpresasComércioEmpresas espanholasVarejoPaíses ricosEuropaFrançaTerroristasEscândalosFraudesIndústria de roupasFast fashionZara

Mais de Negócios

Depois de criar uma healthtech de R$ 1,2 bilhão, fundador mira nova aposta de R$ 300 milhões

Ela viu o pai fabricar portas no quintal de casa. Hoje é CEO de uma indústria de R$ 59 milhões

Aos 54 anos, varejista gaúcha em recuperação judicial tem um plano para faturar R$ 20 milhões

Como este padre tirou uma universidade do vermelho e a levou para o clube do bilhão