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Volkswagen quer cessar perdas nas Américas e Rússia até 2020

A maior fabricante de carros da Europa está buscando medidas eficientes para gerar bilhões de euros em investimentos em carros elétricos e autônomos

Volkswagen: "Nossas vendas estão crescendo novamente nos EUA, América do Sul e também na Rússia desde o início do ano", afirmou o diretor financeiro da marca (Fabian Bimmer/Reuters)

Volkswagen: "Nossas vendas estão crescendo novamente nos EUA, América do Sul e também na Rússia desde o início do ano", afirmou o diretor financeiro da marca (Fabian Bimmer/Reuters)

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Reuters

Publicado em 5 de maio de 2017 às 17h22.

Wolfsburgo - A marca principal da Volkswagen se comprometeu a acabar com as perdas nos Estados Unidos, América Latina e Rússia até o final da década, contando com cortes de gastos e maior margem de novos modelos na tentativa de superar a sua crise envolvendo a emissão de poluentes.

A maior fabricante de carros da Europa está buscando medidas eficientes para gerar bilhões de euros em investimentos em carros elétricos, novos serviços de mobilidade e carros autônomos para tentar se reposicionar no mercado depois da crise em 2015 por fraudes no controle de emissão de poluentes.

A Volkswagen espera uma "significativa contribuição" da sua principais divisão até 2020 nas Américas e Rússia, que contabilizam quase um quinto de suas vendas globais, disse nesta sexta-feira o presidente-executivo da companhia, Herbert Diess.

"Nossas vendas estão crescendo novamente nos EUA, América do Sul e também na Rússia desde o início do ano", afirmou o diretor financeiro da marca, Arno Antlitz, em coletiva à imprensa.

O executivo acrescentou que a Volkswagen espera que o "desempenho positivo continue ao longo de todo o ano".

O progresso da marca pode continuar ao longo de 2017, disse Diess, com uma forte recuperação no primeiro trimestre quando os cortes de custos apoiaram o crescimento do lucro operacional para 869 milhões de euros de 73 milhões um ano antes.

A Volkswagen planeja elevar sua produtividade em suas fábricas alemãs em 7,5 por cento este ano e no próximo, e outros 5 por cento em 2019 e 2020, contando com cortes de custos e ajustes em pesquisa e desenvolvimento, aquisições de suprimentos e operações de produção

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