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Vendas da Cyrela em abril e maio superam 1º tri

A empresa, que tem priorizado a venda de imóveis em carteira, espera que o pico de estoques prontos seja atingido no fim deste ano


	Luzes da Mooca, da Cyrela: empresa, que tem priorizado a venda de imóveis em carteira, espera que o pico de estoques prontos seja atingido no fim deste ano
 (Divulgação)

Luzes da Mooca, da Cyrela: empresa, que tem priorizado a venda de imóveis em carteira, espera que o pico de estoques prontos seja atingido no fim deste ano (Divulgação)

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Da Redação

Publicado em 30 de junho de 2015 às 11h10.

São Paulo - A incorporadora Cyrela Brazil Realty viu aumento das vendas brutas de imóveis em abril e maio em relação aos níveis do primeiro trimestre de 2015, mas o desempenho está abaixo do observado no mesmo período do ano passado.

"A situação do Brasil em junho de 2015 é mais difícil do que era em dezembro de 2014. As empresas mais sólidas tendem a se beneficiar relativamente", segundo apresentação da Cyrela em evento do JPMorgan, enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta terça-feira.

A empresa, que tem priorizado a venda de imóveis em carteira, espera que o pico de estoques prontos seja atingido no fim deste ano, que deve ser também o de maior entrega de imóveis pela companhia, de acordo com o documento.

Apesar do cenário mais difícil na economia, a quantidade de distratos (cancelamentos de contratos) "está no mesmo patamar que há um ano e está menor que em 2013".

"Estamos entregando os últimos projetos de praças com demandas reduzida --Salvador e Florianópolis estão 100 por cento entregues", disse a companhia.

Crédito

Na apresentação, a Cyrela disse ainda que vê um cenário de crédito mais restritivo ao setor imobiliário, sobretudo pela Caixa Econômica Federal, com redução do percentual financiado dos imóveis e aumento das taxas de juros.

Segundo a incorporadora, a Caixa está priorizando o repasse nas obras onde fez o financiamento à construção. "Há um esforço (da Caixa) para honrar os financiamentos já assinados, mas está praticamente fora para novas concessões de crédito imobiliário", afirmou a Cyrela.

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