Negócios

Venda de unidade da Nokia à Microsoft gera protesto na China

Centenas de trabalhadores chineses protestavam nesta quarta-feira contra o que chamam de remuneração injusta

Trabalhadores chineses protestam nesta quarta-feira em frente a uma fábrica da Nokia: a empresa disse que continua a dialogar com os manifestantes (REUTERS/James Pomfret)

Trabalhadores chineses protestam nesta quarta-feira em frente a uma fábrica da Nokia: a empresa disse que continua a dialogar com os manifestantes (REUTERS/James Pomfret)

DR

Da Redação

Publicado em 20 de novembro de 2013 às 13h36.

Dongguan - Centenas de trabalhadores chineses protestavam nesta quarta-feira em frente a uma fábrica da Nokia, no sul da China, contra o que chamam de remuneração injusta, após a empresa vender seus negócios de telefonia móvel para a Microsoft.

A falta de confiança nos empregadores frequentemente faz com que trabalhadores chineses se oponham a aquisições por temer que suas condições de trabalho piorem.

Os trabalhadores, que juntaram-se no lado de fora dos portões da fábrica na cidade industrial de Dongguan, disseram que estão lutando contra os novos contratos que foram obrigados a assinar quando a gigante dos Estados Unidos comprou a unidade da Nokia, em setembro.

A empresa baseada na Finlândia disse em email enviado à Reuters que continua a dialogar com os manifestantes.

A Nokia concordou em setembro em vender a sua divisão de dispositivos e serviços móveis e em licenciar patentes para a Microsoft, depois de não conseguir se recuperar de um início tardio no mercado de smartphones.

A venda está prevista para ser concluída no primeiro trimestre do próximo ano, após as aprovações dos órgãos reguladores.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPolítica no BrasilEmpresas americanasempresas-de-tecnologiaÁsiaProtestosMicrosoftTecnologia da informaçãoChinaFusões e AquisiçõesNokia

Mais de Negócios

Quais são os maiores shopping centers do Rio de Janeiro? Veja ranking

Quais são os 15 maiores shopping centers de São Paulo? Veja ranking

5 lições para negócios que crescem sem controle financeiro

Como negociar na China: por que o ‘guanxi’ pode definir o sucesso dos contratos brasileiros