Negócios

Usiminas terá segunda fábrica de vagões em MG

A fábrica será erguida em Congonhas, com expectativa de início de operação no segundo trimestre deste ano

A Usiminas Mecânica tem uma carteira de pedidos de mais de 700 vagões, dentre eles estão 447 vagões telescópicos para Eldorado Celulose e 220 vagões para a Vale (Divulgação)

A Usiminas Mecânica tem uma carteira de pedidos de mais de 700 vagões, dentre eles estão 447 vagões telescópicos para Eldorado Celulose e 220 vagões para a Vale (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de janeiro de 2012 às 11h21.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - A Usiminas anunciou nesta quinta-feira que fechou acordo para construção de uma segunda fábrica de vagões ferroviários em Minas Gerais, de olho em uma demanda anual no país de 4,5 mil unidades por ano.

A fábrica será erguida em Congonhas, com expectativa de início de operação no segundo trimestre deste ano. A capacidade instalada será de até 3 mil vagões por ano e a instalação permitirá a produção de até quatro modelos de vagões simultaneamente.

A Usiminas Mecânica tem uma carteira de pedidos de mais de 700 vagões, dentre eles estão 447 vagões telescópicos para Eldorado Celulose e 220 vagões para a Vale, que estão sendo feitos pela fábrica da empresa em Santana do Paraíso (MG).

A nova fábrica será instalada próxima a uma ferrovia de bitola mista da MRS, permitindo a disponibilização dos vagões produzidos diretamente na linha férrea. A infraestrutura ficará a cargo da RCC Holding, que investirá 32 milhões de reais no projeto.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasSetor de transporteSiderúrgicasSiderurgiaSiderurgia e metalurgiaUsiminasEmpresas japonesasTransportesFerroviasMinas Gerais

Mais de Negócios

Fim de uma era: montanha-russa mais famosa do Beto Carrero chega ao fim neste domingo após 32 anos

TekPix: o que aconteceu com a câmera que faturava milhões por dia e sumiu do mapa

Do Maranhão a R$ 1,5 bilhão: aos 29, ela assumiu a rede de óticas da família e comanda 1.000 lojas

Aos 7 anos, vigiava carros para comprar um Kichute. Hoje, sua rede de academias fatura R$ 48 milhões