Negócios

TIM tem lucro líquido de R$ 592 mi no 4º tri, com queda de 2%

A receita líquida da TIM teve alta de 5,2 por cento, para 4,48 bilhões de reais, apesar da queda de 4,6 por cento no número de clientes

Logotipo da TIM (TIM/Divulgação)

Logotipo da TIM (TIM/Divulgação)

R

Reuters

Publicado em 20 de fevereiro de 2019 às 09h28.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - A TIM teve lucro líquido de 592 milhões de reais no quarto trimestre, queda de cerca de 2 por cento em relação ao resultado de um ano antes, informou a operadora de telecomunicações na noite de terça-feira.

A companhia registrou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 1,87 bilhão de reais, alta de 5,6 por cento na mesma comparação.

A receita líquida da TIM teve alta de 5,2 por cento, para 4,48 bilhões de reais, apesar da queda de 4,6 por cento no número de clientes, que encerrou 2018 em 55,9 milhões, pressionado por desconexões de linhas pré-pagas.

Porém, a empresa conseguiu elevar o faturamento médio de cada linha. O chamado "arpu" teve crescimento de 8,4 por cento no quarto trimestre sobre um ano antes, a 23,7 reais. No ano como um todo, o arpu subiu 11,3 por cento, para 22,4 reais.

A TIM registrou um crescimento de 4,9 por cento nos custos de sua operação no país nos três últimos meses do ano passado sobre um ano antes, para 2,61 bilhões de reais. O investimento no período recuou 15,2 por cento, para 1,4 bilhão de reais.

A operadora terminou 2018 com uma forte queda na relação de endividamento medida pela dívida líquida sobre Ebitda, que recuou a 0,22 vez ante 0,45 vez no final de 2017. A dívida líquida totalizou 1,46 bilhão de reais ante 2,7 bilhões no fim do quarto trimestre do ano anterior.

Acompanhe tudo sobre:TelecomunicaçõesOperadoras de celularTIM

Mais de Negócios

17 franquias baratas a partir de R$ 7.000 para trabalhar de casa

Dono do Cruzeiro tem 420 supermercados, 50 mil funcionários e fatura R$ 26 bilhões

'Fazer mais pode travar seu negócio': o erro que custa caro na hora de crescer no digital

Como esta fintech brasileira quer acabar com códigos, senhas e etapas extras nos pagamentos online