Negócios

Telesp tem receita maior, mas lucro cai

A Telefônica registrou crescimento de receita e do EBITDA no primeiro semestre de 2002, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os resultados operacionais, entretanto, tiveram variação negativa. O balanço da empresa -- Telecomunicações de São Paulo S.A.(Telesp) -- foi entregue à Comissão de Valores Imobiliários (CVM) hoje (28/07). Nos primeiros seis meses […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de outubro de 2010 às 13h16.

A Telefônica registrou crescimento de receita e do EBITDA no primeiro semestre de 2002, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os resultados operacionais, entretanto, tiveram variação negativa. O balanço da empresa -- Telecomunicações de São Paulo S.A.(Telesp) -- foi entregue à Comissão de Valores Imobiliários (CVM) hoje (28/07).

Nos primeiros seis meses deste ano, a Telefônica lucrou 395 milhões de reais, 25,8% a menos que o primeiro semestre de 2001. O EBIDTA (lucro operacional mais depreciação) foi de 2,46 bilhões de reais (contra 2,16 bilhões). Já a receita operacional foi de 4,75 bilhões (contra os 4,25 bilhões).

A Telefônica apresentou também um incremento da produtividade - número de linhas por empregado - que passou de 979 linhas por funcionário para 1.243, correspondente a uma elevação de 26,9%. Os investimentos no período chegaram a 908 milhões de reais.

A empresa fechou o semestre com 12,5 milhões de linhas telefônicas em serviço, correspondente a um aumento de 4,2% em relação aos 12,0 milhões telefones em operação em 30 de junho do ano passado.

A densidade telefônica atingiu 33,2 linhas para cada grupo de 100 habitantes, uma elevação de 0,7 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado, quando havia 32,5 por 100.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Negócios

O herdeiro 'desconhecido' da JBS que lidera um negócio bilionário com 14 fazendas

A empresa que treina funcionários de companhias e governos sem criar cursos do zero

Aos 28, ele vai faturar R$ 500 milhões com uma fábrica de suplementos e quer exportar à China

A história da empresa criada por um dos herdeiros da JBS e que deve faturar R$ 10 bilhões em 2027