Negócios

Telefónica quer plataforma única com compra de GVT

"Uma combinação entre a Vivo e a GVT criaria o maior operador de telecomunicações no maior mercado da América Latina", diz comunicado


	Vivo: fusão com GVT é o principal argumento da operadora espanhola para a compra
 (Getty Images)

Vivo: fusão com GVT é o principal argumento da operadora espanhola para a compra (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de agosto de 2014 às 09h36.

Priorizar nos meus resultados Google

Londres - A oferta feita pela Telefónica para a compra da GVT no Brasil tem como objetivo criar uma "plataforma única" no mercado de telefonia nacional.

Esse é o principal argumento da operadora espanhola dona da Vivo no Brasil para a fusão das duas operadoras.

"Uma combinação entre a Vivo e a GVT criaria o maior operador de telecomunicações no maior mercado da América Latina, proporcionando uma plataforma única para geração de sinergias e criação de valor", diz o comunicado divulgado à imprensa pela direção da Telefónica.

O documento lembra que a Vivo já é líder no segmento de telefonia celular e principal provedor de banda larga em São Paulo. Já a GVT é o operador alternativo - empresa espelho no jargão do setor - "mais bem sucedido e de maior crescimento no Brasil".

A Telefónica argumenta ainda que a oferta "reforça o compromisso que a Telefónica com o Brasil". O comunicado lembra que a empresa tem realizado "fortes investimentos" no país para consolidar o crescimento do mercado de telecomunicações brasileiro.

Pela proposta de compra anunciada nesta terça-feira, 05, 60% da oferta que soma R$ 20,1 bilhões (aproximadamente 6,7 bilhões de euros) seria paga em dinheiro e o restante seria quitado com a entrega de ações da Vivo ao grupo francês Vivendi, dono da GVT.

Dessa forma, os franceses teriam 12% do capital de um eventual resultado da fusão entre a Vivo e a GVT.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas espanholasServiçosVivo3GTelecomunicaçõesOperadoras de celularTelefônicaEmpresas francesasFusões e AquisiçõesGVT

Mais de Negócios

Gigante dos mares já vendeu 10 iates de R$ 45 mi no Brasil em apenas 18 meses

Quem é a gigante americana de 153 anos que acaba de fechar sua única fábrica no Brasil

'O varejo brasileiro já está na UTI e o destino é a morte', diz fundador da Havan

Esta IA faz o trabalho de 20 pessoas — e acaba de ser comprada por R$ 7 milhões