• AALR3 R$ 20,03 -0.20
  • AAPL34 R$ 70,51 3.05
  • ABCB4 R$ 16,80 0.84
  • ABEV3 R$ 14,23 0.14
  • AERI3 R$ 3,74 -1.06
  • AESB3 R$ 10,82 -0.92
  • AGRO3 R$ 31,40 -0.13
  • ALPA4 R$ 22,72 2.48
  • ALSO3 R$ 19,22 1.96
  • ALUP11 R$ 26,42 -0.30
  • AMAR3 R$ 2,53 -2.32
  • AMBP3 R$ 31,66 -2.13
  • AMER3 R$ 21,56 0.28
  • AMZO34 R$ 3,47 2.66
  • ANIM3 R$ 5,50 -0.90
  • ARZZ3 R$ 82,75 1.82
  • ASAI3 R$ 15,74 -2.18
  • AZUL4 R$ 20,91 -0.19
  • B3SA3 R$ 12,74 2.66
  • BBAS3 R$ 36,92 -1.44
  • AALR3 R$ 20,03 -0.20
  • AAPL34 R$ 70,51 3.05
  • ABCB4 R$ 16,80 0.84
  • ABEV3 R$ 14,23 0.14
  • AERI3 R$ 3,74 -1.06
  • AESB3 R$ 10,82 -0.92
  • AGRO3 R$ 31,40 -0.13
  • ALPA4 R$ 22,72 2.48
  • ALSO3 R$ 19,22 1.96
  • ALUP11 R$ 26,42 -0.30
  • AMAR3 R$ 2,53 -2.32
  • AMBP3 R$ 31,66 -2.13
  • AMER3 R$ 21,56 0.28
  • AMZO34 R$ 3,47 2.66
  • ANIM3 R$ 5,50 -0.90
  • ARZZ3 R$ 82,75 1.82
  • ASAI3 R$ 15,74 -2.18
  • AZUL4 R$ 20,91 -0.19
  • B3SA3 R$ 12,74 2.66
  • BBAS3 R$ 36,92 -1.44
Abra sua conta no BTG

Softline compra Compusoftware e cria gigante de TI no Brasil

Com acordo, Softline ganha escala no Brasil e Compusoftware se internacionaliza

	Os executivos Gustavo Capart (à esquerda) e José Azevedo, da Softline: empresa espera faturar US$ 150 milhões na AL
 (Claudio Gatti/Softline)
Os executivos Gustavo Capart (à esquerda) e José Azevedo, da Softline: empresa espera faturar US$ 150 milhões na AL (Claudio Gatti/Softline)
Por Luísa MeloPublicado em 25/04/2016 17:55 | Última atualização em 25/04/2016 17:55Tempo de Leitura: 3 min de leitura

São Paulo - A Softline, multinacional russa de soluções de TI, acaba de comprar a brasileira Compusoftware, que vende licenças de software corporativo (majoritariamente da Microsoft) e presta serviços de infraestrutura.

O valor do acordo não foi divulgado. Juntas, elas esperam alcançar um faturamento de 150 milhões de dólares na América Latina no ano fiscal 2015/2016, que termina em março.

A meta da companhia combinada, que passa a se chamar Softline Brasil e estaria entre as cinco maiores da região no ramo de tecnologia, é aumentar as receitas em algo entre 10% e 20% nos próximos 12 meses.

Com o negócio, a operação brasileira se torna a mais importante do grupo Softline fora da Rússia. A empresa, que tinha cerca de 100 clientes por aqui, passa a incorporar os 500 da carteira da Compusoftware.

Objetivos complementares

A negociação durou aproximadamente seis meses. "Foi muito rápido porque as sinergias são muito grandes. O objetivo deles vai muito ao encontro do nosso", disse José Azevedo, presidente da Sofline Brasil, em entrevista exclusiva a EXAME.com.

Antes de assumir a nova empresa, Azevedo comandou a Compusoftware por cerca de um ano e meio  e tinha a missão de atrair um investidor para fazê-la crescer.

A princípio, ele contratou um banco para ajudá-lo nessa busca, mas o processo não deu certo. Foi então que apareceu a Softline.

A companhia russa está no Brasil desde 2014. Ela tinha planos de se expandir organicamente no país, mas, em meio à crise econômica, optou pela aquisição para acelerar seu processo.

Sua estratégia é se consolidar em mercados emergentes como aqui e a Índia (onde ela também chegou em 2014) e se tornar robusta o suficiente para abrir seu capital.

"Queremos nos tornar uma ‘blue chip’ para aqueles que investem nos BRICs", disse Igor Borovikov, fundador e presidente do conselho da Sofltine, em nota.

O IPO deve acontecer dentro dos próximos três a cinco anos, na região da Europa ou Ásia.

"Ainda não está definido. Há um grupo fazendo os processos internos, estamos negociando em que bolsa vamos nos lançar", contou a EXAME.com Gustavo Capart, diretor de vendas, marketing e serviços LATAM da Softline.

Graças ao acordo, os planos das duas empresas avançam: enquanto a Softline ganha escala no Brasil, a Compusoftware se internacionaliza.

Ao fazer parte de um grupo multinacional, a brasileira diversifica seu faturamento e fica mais forte para atravessar a crise econômica.

"Com a desvalorização do dólar, que é a principal moeda de trading dentro do nosso mercado, não dá. É preciso trazer receitas de outros países", disse Azevedo.

Como fica

A Compusoftware tinha cerca de 86 funcionários no país, distribuídos entre escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Já a Softline estava presente em São Paulo e em Brasíla e empregava 30 pessoas.

Os escritórios de São Paulo já foram integrados e, ao final de todas as sinergias, a Softline Brasil deve terminar com 100 empregados.

Veja Também

Broadcom compra VMware por US$ 60 bilhões
Mercados
Há um dia • 1 min de leitura

Broadcom compra VMware por US$ 60 bilhões