Negócios

Ser Educacional deve lutar contra união de rivais

Fontes próximas à Ser dizem que a empresa ainda estava avaliando os próximos passos, mas não descarta uma nova oferta pela Estácio.


	Sala de aula: a Ser estará, provavelmente, na ponta de compra de ativos que venham a ser vendidos após as exigências do Cade
 (Getty Images)

Sala de aula: a Ser estará, provavelmente, na ponta de compra de ativos que venham a ser vendidos após as exigências do Cade (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 2 de julho de 2016 às 12h11.

São Paulo - A Ser Educacional recebeu ontem um balde de água fria, diante da sinalização de Kroton e Estácio de que estão mais perto de uma fusão. Fontes próximas à Ser dizem que a empresa ainda estava avaliando os próximos passos, mas não descarta uma nova oferta pela Estácio.

Mas, caso a fusão de Estácio e Kroton se confirme, a Ser deve trabalhar para indicar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) os riscos que a operação traz para a concorrência neste mercado, "exigindo que todos os procedimentos legais sejam cumpridos", disse uma fonte próxima à empresa.

Caso a fusão entre Kroton e Estácio se concretize, a Ser estará, provavelmente, na ponta de compra de ativos que venham a ser vendidos após as exigências do Cade. Procuradas, Kroton, Estácio e Ser não comentaram. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasYduqs / EstácioSetor de educaçãoCogna Educação (ex-Kroton)Ser Educacional

Mais de Negócios

Ki-Suco: o que aconteceu com a marca de sucos em pó que era um fenômeno nos anos 80

O efeito Ozempic nos restaurantes: menos fritura, mais proteína e tíquetes menores

Com monitores de até R$ 8 mil, esta empresa lidera o mercado gamer — e é contra um truque do setor

Após atender 20 mil pacientes, médico licencia método de emagrecimento e mira R$ 50 milhões