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Samsung volta a vender Galaxy Note 7 na Coreia do Sul

Problemas do Note 7 começaram com vários casos de explosões que ganharam repercussão nas redes sociais, apesar da empresa ter alegado serem casos excepcionais


	Galaxy Note 7: no dia 2 de setembro, a Samsung suspendeu as vendas e convocou um recall de 2,5 milhões de unidades
 (Kim Hong-Ji / Reuters)

Galaxy Note 7: no dia 2 de setembro, a Samsung suspendeu as vendas e convocou um recall de 2,5 milhões de unidades (Kim Hong-Ji / Reuters)

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Da Redação

Publicado em 29 de setembro de 2016 às 09h28.

A Samsung voltará a vender o modelo Galaxy Note 7 na Coreia do Sul a partir de sábado, após um recall de milhares de aparelhos por risco de explosão da bateria, anunciou a empresa.

No dia 2 de setembro, a Samsung suspendeu as vendas do "phablet" (híbrido de smartphone e tablet) e convocou um recall de 2,5 milhões de unidades vendidas em 10 países, após a descoberta de que em alguns casos as baterias poderiam explodir.

Nos Estados Unidos, um mercado chave para a Samsung, 60% dos usuários já receberam o modelo de substituição por parte da empresa. Na Coreia do Sul, a companhia espera que esta semana 18% dos clientes que compraram um Note 7 defeituoso efetuem a troca.

De modo paralelo, a venda de novos aparelhos com baterias sem defeitos começará no sábado na Coreia do Sul e em 28 de outubro em outros países, incluindo alguns europeus.

Os problemas do Note 7 começaram com vários casos de explosões que ganharam grande repercussão nas redes sociais, apesar da empresa ter alegado que eram casos excepcionais.

"Queremos assegurar a todos que os telefones Note 7 estão funcionando corretamente e não têm problemas de segurança", disse uma porta-voz da Samsung.

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