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Renova Energia protocola pedido de oferta na CVM

Por Wellington Bahnemann São Paulo - A Renova Energia, empresa que atua no setor de fontes renováveis, entrou com pedido para realizar uma oferta pública de certificados de ações (units) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A operação será primária, ou seja, os recursos irão para o caixa da companhia. A empresa será listada no […]

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Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h43.

Por Wellington Bahnemann

São Paulo - A Renova Energia, empresa que atua no setor de fontes renováveis, entrou com pedido para realizar uma oferta pública de certificados de ações (units) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A operação será primária, ou seja, os recursos irão para o caixa da companhia. A empresa será listada no Nível 2 de Governança Corporativa da BM&FBovespa. Cada unit representa uma ação ordinária e duas preferenciais. O coordenador líder da oferta é o Santander, junto com o Bank of America/Merrill Lynch e o Itaú BBA.

Essa é a segunda vez que a empresa tenta captar recursos no mercado. Em 2008, a Renova acabou desistindo da operação por conta da piora nas condições de mercado com o agravamento da crise econômica global.

A companhia ganhou destaque recentemente no setor elétrico com a participação no primeiro leilão de energia eólica, realizado pelo governo em dezembro de 2009. Na licitação, a Renova foi a maior vendedora, ao negociar a oferta de 14 usinas, totalizando 270 megawatts (MW) de capacidade instalada. Os empreendimentos estão localizados na Bahia. Hoje, a empresa opera três Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), que somam 41,8 MW de potência instalada e estão localizadas na Bahia.

Os principais acionistas da Renova Energia são o InfraBrasil (fundo administrado pelo Banco Real), que detém uma fatia de 32,18%, e a RR Participações, controlada por Ricardo Delneri e Renato Amaral, que possui uma fatia acionária de 67,82%. O diretor-presidente e de Relações com Investidores da empresa é Vasco Barcellos, que já foi diretor de Relações com Investidores da EDP no Brasil.
 

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