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Privatização é fator negativo para Eletrobras, diz Moody's

A Moody's disse, contudo, que o impacto sobre os ratings da companhia vai depender do detalhamento da forma de privatização

Moody's: "O plano cria distrações para a administração que podem prejudicar outras iniciativas" (Scott Eells/Bloomberg/Bloomberg)

Moody's: "O plano cria distrações para a administração que podem prejudicar outras iniciativas" (Scott Eells/Bloomberg/Bloomberg)

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Reuters

Publicado em 22 de agosto de 2017 às 17h01.

Última atualização em 22 de agosto de 2017 às 17h09.

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São Paulo - O plano do governo de privatizar a Eletrobras é um fator de crédito negativo para a estatal, já que traz incertezas sobre o apoio governamental em momentos de necessidade, disse a agência de classificação de risco Moody's nesta terça-feira.

"O plano cria também distrações para a administração que podem prejudicar outras iniciativas, incluindo a estratégia de reestruturação da companhia iniciada em novembro passado", disse a vice-presidente e analista sênior da Moody's Cristiane Spercel em comentários.

A Moody's disse, contudo, que o impacto sobre os ratings da companhia vai depender do detalhamento da forma de privatização, assim como dos compradores potenciais e do cronograma para a conclusão da operação.

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