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Plataforma da Petrobras vai operar no campo de Lula em julho

A plataforma Cidade de Saquarema vai entrar em operação em julho no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos

Rio de Janeiro - A plataforma Cidade de Saquarema, afretada pela Petrobras com a companhia holandesa SBM Offshore, vai entrar em operação em julho no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos, informou a petroleira nesta segunda-feira.

Com 150 mil barris de petróleo por dia de capacidade, a plataforma, do tipo FPSO, será ancorada na área de Lula Central.

A unidade de produção já deixou o cais do estaleiro Brasa, em Niterói, e ficará por alguns dias na chamada área de fundeio da Baía de Guanabara, realizando inspeções e testes finais para, então, receber autorização e seguir para o campo de Lula.

Maior campo produtor de petróleo do país, Lula extrai atualmente mais de 420 mil barris por dia. Lula é operado pela Petrobras, com 65 por cento de participação, em parceria com a BG, petroleira britânica comprada pela Shell, com 25 por cento, e Petrogal (joint venture formada pela Galp Energia e pela Sinopec), com 10 por cento.

A Petrobras tinha expectativa de começar a operação da Cidade Saquarema no terceiro trimestre deste ano, mas não havia a definição exata do período. A capacidade de produção da plataforma representa cerca de 7 por cento da extração atual de petróleo do Brasil.

Em março, Lula foi responsável por quase 19 por cento da produção de petróleo do país. A plataforma Cidade de Saquarema pertence e será operada por uma joint venture formada por SBM, com 56 por cento, Mitsubishi Corporation, com 20 por cento, Nippon Yusen Kabushiki Kaisha, com 19 por cento, e Queiroz Galvão Óleo e Gás, com os demais 5 por cento. O contrato de concessão e operação é de 20 anos.

Com a Cidade de Saquarema, a frota brasileira operada pela SBM chegará a sete unidades do tipo FPSO, com uma capacidade total de 870 mil barris de petróleo por dia.

O contrato da plataforma Cidade de Saquarema foi firmado antes de uma série de denúncias de corrupção relacionadas à Petrobras virem à tona.

A SBM, que busca um acordo de leniência com autoridades, é uma das companhias que teriam feito pagamentos a funcionários da estatal para obter contratos, tendo ficado impedida de realizar novas negociações por um período.

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