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Participação da E.ON na Eneva caiu para 10% a 15%

A queda ocorreu após a aprovação de um plano de reestruturação por credores


	Usina da Eneva, ex-MPX: a diluição é uma boa notícia para a E.ON, que tem enfrentado problemas com suas operações no Brasil desde o colapso dos negócios de Eike
 (Divulgação)

Usina da Eneva, ex-MPX: a diluição é uma boa notícia para a E.ON, que tem enfrentado problemas com suas operações no Brasil desde o colapso dos negócios de Eike (Divulgação)

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Da Redação

Publicado em 7 de maio de 2015 às 06h43.

São Paulo - A participação da E.ON na joint venture brasileira Eneva caiu para algo entre 10% e 15%, de 43% anteriormente, após a aprovação de um plano de reestruturação por credores, disse hoje o diretor-financeiro da geradora de energia alemã, Klaus Schäfer.

A diluição é uma boa notícia para a E.ON, que tem enfrentado problemas com suas operações no Brasil desde o colapso dos negócios de Eike Batista, parceiro da empresa alemã na Eneva.

A E.ON já havia informado antes que suas operações brasileiras têm valor estimado de cerca de 100 milhões de euros, em comparação aos investimentos totais de 1,3 bilhão de euros feitos no País.

"Deixamos claro que não estávamos dispostos a colocar mais dinheiro na empresa...uma participação como essa já não é mais estratégica", comentou Schäfer.

As ações da E.ON, que mais cedo divulgou aumento anual de 40% no lucro líquido do primeiro trimestre, subiam 1,49% na Bolsa de Frankfurt por volta das 6h (de Brasília). Com informações da Dow Jones Newswires.

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