Negócios

Cade aprova acordo de Suzano e Ibema para fábricas

O aval para a operação foi publicado em despacho nesta segunda-feira no Diário Oficial da União


	Suzano: o aval para a operação foi publicado em despacho nesta segunda-feira no Diário Oficial da União
 (Germano Lüders/EXAME.com)

Suzano: o aval para a operação foi publicado em despacho nesta segunda-feira no Diário Oficial da União (Germano Lüders/EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 29 de setembro de 2015 às 17h43.

São Paulo - A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a venda de parte da fábrica de papelcartão da Suzano Papel e Celulose em Embu (SP) para a Ibema Companhia Brasileira de Papel.

O aval para a operação foi publicado em despacho nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.

O negócio prevê a venda pela Suzano da fábrica de Embu para a Ibema e a posterior compra pela companhia de 49,9 por cento do capital social de empresa denominada Nova Ibema por meio de um aporte de capital de 8 milhões de reais.

Assim, a Suzano se torna sócia da Ibemapar na Nova Ibema, também dona de fábrica de papelcartão em Turvo, passando a ter participação nas duas fábricas.

A capacidade produtiva conjunta será de 140.000 toneladas de papelcartão por ano. O negócio foi anunciado pela Suzano em março deste ano.

O acordo prevê ainda que ativos relacionados à geração de energia e ativos florestais atualmente pertencentes à Ibema serão transferidos para sociedades controladas pela Ibemapar, sendo retirados da Ibema.

A Ibema não produz celulose e terá a Suzano como fornecedora do insumo, segundo documento do Cade. O parecer da Superintendência-Geral do órgão de defesa da concorrência não traz os detalhes financeiros do acordo.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasPapel e CeluloseMadeirasuzanoNegociaçõesCade

Mais de Negócios

Xuxa: qual é a fortuna da "rainha dos baixinhos"

Aos 71, maior festa sertaneja do Brasil investe R$ 30 milhões para atrair quase 1 milhão de pessoas

Como a Galeria do Rock sobreviveu à crise da música e do centro de SP e hoje fatura R$ 185 milhões

Aos 64 anos, ele adiou a aposentadoria e hoje faz R$ 160 milhões com academias premium e hambúrguer