Negócios

MRV vê potencial de alta em vendas e preço de unidades em 2017

Segundo o co-presidente da empresa, Eduardo Fischer, a construtora ganhou eficiência operacional nos últimos anos

MRV: executivos afirmaram que a empresa pode pagar dividendos maiores que em 2016, mantendo baixa alavancagem e uma estrutura de capital robusta (Paulo Fridman/Bloomberg/Bloomberg)

MRV: executivos afirmaram que a empresa pode pagar dividendos maiores que em 2016, mantendo baixa alavancagem e uma estrutura de capital robusta (Paulo Fridman/Bloomberg/Bloomberg)

R

Reuters

Publicado em 8 de março de 2017 às 14h15.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - A construtora focada em imóveis econômicos MRV vê potencial de aumentar as vendas e o preço das unidades em 2017, disse nesta quarta-feira o co-presidente da empresa, Eduardo Fischer, citando a melhora das condições macroeconômicas e as novas regras anunciadas pelo governo federal para o programa Minha Casa Minha Vida.

"Começo 2017 muito otimista com metas que temos e acho que podemos ter surpresas agradáveis neste ano", disse o executivo durante teleconferência com analistas e investidores sobre os resultados do quarto trimestre.

Fischer ressaltou que a construtora ganhou eficiência operacional nos últimos anos, mas que a postura mais dura dos bancos na concessão de crédito dificultou repasse de preços aos clientes em 2016.

"Temos chance excelente de ganhar na linha de preço, em função do cenário macro e das regras extremamente benéficas dessa nova fase do Minha Casa Minha Vida, o que vai se refletir na margem", afirmou.

Fischer e outros executivos da empresa acrescentaram que, se confirmada as expectativas, a MRV pode pagar dividendos maiores que em 2016, mantendo baixa alavancagem e uma estrutura de capital robusta.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasMRVConstrução civil

Mais de Negócios

Quem são os palestrantes da 1ª edição do Fórum Empreendedor do BTG Pactual Empresas

A distribuidora de R$ 700 milhões que aposta em perfumes e skincare coreano para chegar ao bilhão

Formado em medicina, ele deixou o consultório para criar negócio que faz R$ 8 milhões ao ano

De office boy a dono de 474 farmácias: eles criaram um império de R$ 3,7 bilhões no Paraná