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Mais lojas abrirão no Dia de Ação de Graças nos EUA

Macy's e várias outras varejistas dos Estados Unidos estão abertas no Dia de Ação de Graças pela primeira vez na história


	Macy's: lojas de departamento rivais Kohl's e J.C. Penney lideraram uma série de anúncios de abertura durante o Dia de Ação de Graças depois que a Macy's disse que abriria as portas nos EUA durante o feriado
 (Chris Hondros/Getty Images)

Macy's: lojas de departamento rivais Kohl's e J.C. Penney lideraram uma série de anúncios de abertura durante o Dia de Ação de Graças depois que a Macy's disse que abriria as portas nos EUA durante o feriado (Chris Hondros/Getty Images)

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Da Redação

28 de novembro de 2013, 10h06

São Paulo - A Macy's e várias outras varejistas dos Estados Unidos estão abertas no Dia de Ação de Graças pela primeira vez na história, em meio a uma briga acirrada por uma maior fatia das vendas do feriado.

Mas pode não ser tão fácil atrair os norte-americanos para longe dos perus e do futebol americano, particularmente se o clima não ajudar.

As lojas de departamento rivais Kohl's e J.C. Penney lideraram uma série de anúncios de abertura durante o Dia de Ação de Graças depois que a Macy's disse que abriria as portas nos EUA durante o feriado, encerrando uma tradição de 155 anos.

As tendências de vendas, os resultados de pesquisas e uma campanha de reação online "Salvem o Dia de Ação de Graças" sugerem que os consumidores podem resistir à ânsia de gastar no feriado.

Mas com seis dias de compras a menos neste ano em comparação a 2012, varejistas que devem quase metade dos lucros anuais à temporada de fim de ano estão tentando aproveitar o Dia de Ação de Graças.

A Federação Nacional do Varejo espera que até 140 milhões de consumidores façam compras em lojas nos Estados Unidos durante o final de semana de Ação de Graças, apenas ligeiramente acima dos 139 milhões do ano passado.