Apresentado por SIMPRESS

Cresce o mercado de locação de notebooks, impressoras e smartphones

Com soluções em outsourcing e equipamentos de TI, a Simpress, empresa do grupo HP, anuncia nova marca, e reafirma: é possível ter um parque tecnológico moderno sem abrir mão da sustentabilidade
 (Shutterstock/Shutterstock)
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Por exame.solutionsPublicado em 22/06/2022 09:00 | Última atualização em 22/06/2022 11:33Tempo de Leitura: 4 min de leitura

A contratação como oferta para infraestrutura de tecnologia empresarial cresceu exponencialmente nos últimos anos no Brasil, como reflexo da digitalização da economia impulsionada pela pandemia. Em 2021, segundo dados da International Data Corporation – IDC Brasil, o mercado de locação de computadores cresceu cerca de 24% no país. Para este ano, a previsão da mesma consultoria é de expansão de 21%, com investimentos na casa dos US$ 100 milhões.

O modelo em outsourcing de equipamentos de TI oferece mais agilidade de contratação, assertividade estratégica e redução nos custos operacionais da infraestrutura de tecnologia, resultando em maior desempenho financeiro para as empresas.

“Além de ser um investimento mais inteligente, a locação destes equipamentos, como PCs, notebooks e dispositivos móveis é relevantíssima porque libera os CIOs e equipes de TI a focar suas energias no desenvolvimento de soluções que estejam diretamente ligadas à atividade-fim das empresas”, explica Vittorio Danesi, CEO da Simpress, empresa que há 20 anos atua com o outsourcing de equipamentos de tecnologia.

De acordo com o executivo, este mercado explodiu nos últimos anos porque as empresas têm demandado cada vez mais por infraestruturas de tecnologia eficientes e disponíveis para suportar seus negócios nesta era digital.

“Companhias com centenas ou milhares de funcionários no país conectados via tablets e smartphones precisam destes dispositivos funcionando com a máxima taxa de uptime para garantir que seus negócios se mantenham operacionais”, avalia Danesi.

Turning point

A Simpress conquistou posição de liderança no segmento e, atualmente, conta com 1,6 mil clientes na carteira, 13 filiais, agências revendedoras credenciadas e mais de 1,9 mil funcionários, entre os escritórios e times técnicos de campo, que atuam na manutenção e atualização dos equipamentos.

Em 2019, iniciou seu processo transformacional, com a decisão de alargar a oferta de outsourcing para PCs e notebooks, dispositivos móveis e impressoras térmicas e coletoras de dados. A mudança visava alinhar os negócios à tendência percebida junto aos clientes de redução de investimentos em amplas infraestruturas de TI internalizadas nas companhias.

No ano seguinte, o novo portfólio ganhou tração inesperada com o avanço do e-commerce, da telessaúde e do trabalho remoto, provocado pela crise sanitária global. Em números, a empresa passou de 170 mil equipamentos locados para mais de 450 mil em dois anos – quase 50% disso em computadores e smartphones.

No balanço financeiro, a Simpress registrou crescimento de dois dígitos em 2020 e deu novo salto de 35% no ano passado, rompendo a marca histórica de R$ 1 bilhão de faturamento.

A nova marca da Simpress

Para acompanhar o novo momento, a diretoria da companhia optou pela renovação da logomarca. O resultado foi apresentado no início de 2022, com uma simbologia associada a valores como sustentabilidade, flexibilidade, parceria e inovação.

“A nova logomarca reflete essa fase da empresa e traz uma inspiração também sobre como reafirmamos nosso posicionamento sobre a adesão irrestrita ao contexto do ESG, no qual estamos inseridos desde a nossa fundação”, diz Danesi. A Simpress é uma empresa certificada com ISO 14.000, com sistema de gestão ambiental exemplar. Neste âmbito, uma das iniciativas é o Simpress Service Center, divisão que cuida da recuperação, renovação e reutilização dos equipamentos.

Notebooks, PCs e impressoras resgatadas de clientes que estão modernizando seus parques tecnológicos, por exemplo, passam por avaliação criteriosa, com atualização de softwares, troca de componentes físicos essenciais e disponibilização para reúso.

Apenas máquinas com mais da metade de sua vida útil são reaproveitadas e retornadas ao mercado, para atender prioritariamente pequenas empresas fora dos grandes centros econômicos do país. As demais seguem para descarte conforme as melhores práticas ambientalmente responsáveis. “Somente no ano passado, recuperamos mais de 20 mil equipamentos”, comemora o executivo.

  • (ARTE/Exame)