Negócios

Lançar a Caixa na Bolsa depende de estudos, diz Belchior

Questionada sobre a abertura de capital da Caixa após tomar posse como presidente da instituição, Miriam Belchior disse que o lançamento depende de estudos

A presidente da Caixa, Miriam Belchior: “a Caixa tem especificidades muito grandes que precisam ser consideradas" (Valter Campanato/ABr/Fotos Públicas)

A presidente da Caixa, Miriam Belchior: “a Caixa tem especificidades muito grandes que precisam ser consideradas" (Valter Campanato/ABr/Fotos Públicas)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de fevereiro de 2015 às 22h30.

O lançamento de ações da Caixa Econômica Federal na Bolsa de Valores depende de estudos, disse hoje (23) a presidente do banco, Miriam Belchior.

Questionada sobre a abertura de capital da instituição financeira logo após a cerimônia de posse, ela indicou que o processo não será imediato.

“A Caixa tem especificidades muito grandes que precisam ser consideradas para tomar qualquer medida”, declarou. “Nenhuma medida será tomada nessa direção sem antes fazer um mínimo estudo de viabilidade, que não existe até hoje.”

De acordo com Miriam, somente os estudos apontarão se a instituição financeira tem condições de levantar recursos na bolsa. “Não temos como adiantar questões em relação a isso, enquanto não houver uma análise mais aprofundada, que não está sendo feita”, concluiu.

A possibilidade de abertura de capital da Caixa havia sido levantada pela presidente Dilma Rousseff, em café da manhã com jornalistas, no fim do ano passado. Na ocasião, a própria presidente disse que o lançamento de ações seria demorado, sem dar mais detalhes sobre o tema. Diferentemente do Banco do Brasil, que tem ações na Bolsa, a Caixa é uma instituição financeira 100% pública.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasBancosB3bolsas-de-valoresCaixa

Mais de Negócios

Grupo paranaense de TI supera R$ 200 milhões e acelera expansão global

6 dos 10 parques aquáticos mais visitados da América Latina são do Brasil; saiba quais

Estes irmãos gaúchos compraram 2 mil caminhões e faturam R$ 720 milhões

Aos 41, ela criou negócio que fatura US$ 600 mil por ano e diz ser o modelo mais lucrativo