Negócios

Itaú nomeia chefe da unidade de gestão de ativos nos EUA

O Itaú Unibanco nomeou Charles Ferraz para chefiar a unidade de gestão de ativos nos Estados Unidos, disse fonte


	Itaú Unibanco: assessoria de imprensa do Itaú confirmou a nomeação, sem dar mais detalhes
 (.)

Itaú Unibanco: assessoria de imprensa do Itaú confirmou a nomeação, sem dar mais detalhes (.)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de maio de 2016 às 20h50.

São Paulo - O Itaú Unibanco nomeou Charles Ferraz para chefiar a unidade de gestão de ativos nos Estados Unidos, disse uma fonte familiarizada com o assunto disse nesta terça-feira, dando sequência à expansão internacional do banco.    

Ferraz substitui Charles von Breitenbach no comando do ItaúUSA Asset Management, disse a fonte, que pediu anonimato, porque o assunto ainda não é público.

A assessoria de imprensa do Itaú confirmou a nomeação, sem dar mais detalhes.

A unidade investe em ações na América Latina, em dívida dos EUA e em fundos de fundos para clientes do banco no Brasil e no exterior.

O economista vai mudar-se para Nova York e se reportará a Fernando Beyruti e Marcello Siniscalchi, ambos co-chefes de Asset Management Itaú.    

A Itaú Asset Management é o segundo maior gestor de recursos do país, com 480 bilhões de reais em abril.   

 A indústria de fundos de investimento do país, de mais de 3 trilhões de reais em ativos, está lidando com aumento dos custos de captação oferecendo aos clientes um amplo mix de opções de investimento, incluindo o de investir em mercados desenvolvidos e emergentes. 

A expansão fora do Brasil poderia ajudar bancos a conter a impacto da desaceleração do crescimento de negócios no país.

Executivos preveem que o volume de ativos sob gestão cresça abaixo de 10 por cento este ano, uma queda de cerca de 20 por cento da média de 2008 e 2013, quando o número de milionários brasileiros subiram para um recorde.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas brasileirasBancosItaúPaíses ricosEstados Unidos (EUA)Finanças

Mais de Negócios

Xuxa: qual é a fortuna da "rainha dos baixinhos"

Aos 71, maior festa sertaneja do Brasil investe R$ 30 milhões para atrair quase 1 milhão de pessoas

Como a Galeria do Rock sobreviveu à crise da música e do centro de SP e hoje fatura R$ 185 milhões

Aos 64 anos, ele adiou a aposentadoria e hoje faz R$ 160 milhões com academias premium e hambúrguer