Negócios

Invepar vê Cumbica com 65% de receitas não tarifárias

Segundo presidente da Invepar, objetivo é colocar o percentual de receitas não tarifarias em linha com os aeroportos internacionais


	Saguão do aeroporto de Cumbica: consórcio do grupo Invepar venceu em fevereiro a licitação para administrar o aeroporto de Guarulhos, um dos mais importantes do país
 (Bia Parreiras/Viagem e Turismo)

Saguão do aeroporto de Cumbica: consórcio do grupo Invepar venceu em fevereiro a licitação para administrar o aeroporto de Guarulhos, um dos mais importantes do país (Bia Parreiras/Viagem e Turismo)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de dezembro de 2012 às 09h49.

São Paulo - O presidente da Invepar, Gustavo Rocha, afirmou nesta terça-feira que a empresa espera que o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, tenha 65 por cento de suas receitas sendo geradas por fontes além de tarifas em 2014.

"Em 2010 e 2011, o percentual de receitas não tarifarias de Guarulhos estava em 35 por cento. Nosso objetivo é mudar esse mix para próximo de 65 por cento (em 2014), o que estaria em linha com aeroportos internacionais", afirmou o executivo em evento em São Paulo.

Consórcio do grupo Invepar venceu em fevereiro a licitação para administrar o aeroporto de Guarulhos, um dos mais importantes do país. O executivo também informou que a Invepar ampliará a área de free shop e o estacionamento do aeroporto em 2013.

"Hoje já fizemos algumas melhorias. Ao longo de 2013 vamos ter outros ganhos. Vamos fazer aumento na área de free shop, e no início de abril vamos inaugurar novo estacionamento com novas 2.500 vagas", disse.

Ainda assim, ele ressaltou que a infraestrutura atual esta subdimensionada e que "não tem como fazer mágica no curto prazo".

Acompanhe tudo sobre:Setor de transporteTransportesAeroportosAeroporto de Guarulhostransportes-no-brasilAeroportos do BrasilInvepar

Mais de Negócios

Com esta empresa de construção vai faturar R$1,2 bilhão sem usar cimento e tijolo

Faturamento das PMEs cresce 3,2% no trimestre e comércio volta ao azul após quedas

De um Passat a R$ 180 milhões: como esta sapataria multimarca domina o Nordeste

Transbrasil: o que aconteceu com a companhia aérea que era a mais barata do Brasil