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Indústria de embalagens deve encolher até 5% este ano

Por André Magnabosco São Paulo - A produção da indústria brasileira de embalagens deve fechar 2009 com retração de 4% a 5% em relação ao ano passado, segundo projeções da Associação Brasileira de Embalagem (Abre). O resultado, de acordo com a diretora-executiva da entidade, Luciana Pellegrino, foi pressionado negativamente pela forte retração vista no primeiro […]

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Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h46.

Por André Magnabosco

São Paulo - A produção da indústria brasileira de embalagens deve fechar 2009 com retração de 4% a 5% em relação ao ano passado, segundo projeções da Associação Brasileira de Embalagem (Abre). O resultado, de acordo com a diretora-executiva da entidade, Luciana Pellegrino, foi pressionado negativamente pela forte retração vista no primeiro bimestre deste ano, quando o setor chegou a registrar queda próxima de 9% a 10%.

A projeção, caso confirmada, no entanto, mostra que o desempenho do setor superou a estimativa feita anteriormente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que faz os levantamentos para o setor e havia estimado em agosto passado que a produção brasileira de embalagens cairia entre 5,5% e 7% neste ano.

Isso se explica porque o setor tem visto recuperação gradativa no ambiente de negócios. "Até setembro, os índices de produção apresentavam retração sobre o ano passado, mas em outubro conseguimos apurar crescimento de 1,8% sobre igual mês de 2008", afirmou Luciana.

A recuperação do setor de embalagens, segundo a executiva, foi puxada pelo desempenho de setores como a indústria de bebidas não-alcoólicas, alimentícia e de cosméticos. "Temos a expectativa de que, se o mercado mantiver a atual trajetória, possamos retomar no começo do próximo ano padrões de produção semelhantes aos vistos no pré-crise", comentou.

A taxa de utilização do setor, que chegou a cair para 82% no momento mais adverso da crise, já está em 88,2%, apenas 0,7 ponto porcentual abaixo do visto antes do agravamento da situação econômica mundial.

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