Negócios

Inadimplência no Bradesco continuará caindo, diz diretor

Em setembro, o indicador total, considerando os atrasos acima de 90 dias, ficou em 4,1%, com declínio de 0,1%


	Agência do Bradesco: queda na inadimplência do Bradesco foi influenciada pelo recuo dos calotes nas grandes empresas
 (Divulgacao)

Agência do Bradesco: queda na inadimplência do Bradesco foi influenciada pelo recuo dos calotes nas grandes empresas (Divulgacao)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de outubro de 2012 às 10h59.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O índice de inadimplência do Bradesco deve continuar sinalizando melhora nos próximos trimestres, de acordo com o diretor executivo Luiz Carlos Angelotti. Em setembro, o indicador total, considerando os atrasos acima de 90 dias, ficou em 4,1%, com declínio de 0,1 ponto porcentual ante os 4,2% de junho. Na comparação anual, a taxa foi maior em 0,3 ponto porcentual.

"Como esperávamos, a redução da inadimplência foi o ponto positivo do nosso resultado no terceiro trimestre deste ano. Para os próximos trimestres, entendemos que o índice deve continuar sinalizando melhora em meio à queda da taxa Selic e ao maior dinamismo da atividade econômica", disse Angelotti em teleconferência com a imprensa, na manhã desta segunda-feira.

A queda na inadimplência do Bradesco foi influenciada pelo recuo dos calotes nas grandes empresas, para 0,4%, abaixo do 0,9% visto no trimestre imediatamente anterior. Já na carteira de pessoa física, o indicador de inadimplência ficou estável em 6,2% em junho. "A inadimplência está sob controle e deve apresentar melhora gradual nos próximos trimestres", destacou Angelotti.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasBancosBradescoFinançasInadimplência

Mais de Negócios

Fim de uma era: montanha-russa mais famosa do Beto Carrero chega ao fim neste domingo após 32 anos

TekPix: o que aconteceu com a câmera que faturava milhões por dia e sumiu do mapa

Do Maranhão a R$ 1,5 bilhão: aos 29, ela assumiu a rede de óticas da família e comanda 1.000 lojas

Aos 7 anos, vigiava carros para comprar um Kichute. Hoje, sua rede de academias fatura R$ 48 milhões