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Apresentado por IBMEC

IA, autonomia e impacto: a aposta do Ibmec na formação de líderes

Instituição implementa ensino para um mercado menos linear e mais tecnológico

Ibmec: instituição prepara alunos para um mercado cada vez mais tecnológico (IBMEC/Divulgação)

Ibmec: instituição prepara alunos para um mercado cada vez mais tecnológico (IBMEC/Divulgação)

EXAME Solutions
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Publicado em 16 de janeiro de 2026 às 11h07.

A liderança deixou de ser definida apenas por cargos e organogramas. Em um mercado atravessado pela inteligência artificial, pela transformação tecnológica e por novas expectativas geracionais, liderar passou a envolver a capacidade de influenciar, tomar decisões em ambientes complexos e gerar impacto a partir de diferentes posições.

Segundo Paula Esteban, diretora de Ensino do Ibmec, essa mudança também se reflete na forma pela qual as novas gerações encaram a própria trajetória profissional.

“Elas já não veem a carreira como um caminho único e linear. Não buscam apenas um cargo, mas a possibilidade de construir o seu lugar, fazer escolhas conscientes e entender como podem gerar impacto a partir do próprio perfil”, diz Esteban.

Essa visão dialoga com um cenário em que tecnologia e inteligência artificial passaram a influenciar praticamente todas as funções, do mercado financeiro ao direito; da gestão à indústria criativa.

Para a executiva do Ibmec, nesse contexto, liderança exige tanto capacidade técnica quanto competências humanas. “A tecnologia redefine a forma de pensar soluções, mas liderar continua sendo sobre mobilizar pessoas, engajar e dar sentido às decisões”, diz.

Competências para um mercado em transformação

No Ibmec, a resposta a esse cenário parte do pressuposto de que a liderança pode se manifestar de diferentes formas: no empreendedorismo, na carreira corporativa, no mercado financeiro, na pesquisa acadêmica ou em projetos de impacto social. Com 55 anos de tradição, a instituição estrutura a formação para acomodar essas possibilidades ao longo da jornada educacional, da graduação à pós-graduação.

Um dos pilares do modelo é o desenvolvimento de competências socioemocionais consideradas essenciais para o mercado contemporâneo. A instituição mapeou quatro competências centrais: adaptabilidade, empatia, visão e centralidade, trabalhadas de forma estruturada desde o processo seletivo até o fim da formação, por meio de disciplinas obrigatórias, metodologias ativas, estudos de caso e avaliações entre pares.

A proposta é formar profissionais capazes de tomar decisões em ambientes de incerteza, compreender contextos complexos, comunicar-se com clareza e conduzir a própria trajetória profissional com autonomia.

Essa lógica se traduz em uma jornada educacional personalizada. Desde os primeiros períodos, os alunos podem participar de contraturnos, cursos de curta duração fora da grade regular, em temas como oratória, finanças verdes, ideação de negócios e empreendedorismo. Há também disciplinas eletivas abertas a estudantes de diferentes cursos, o que permite combinar formações e desenvolver habilidades específicas conforme os interesses individuais.

Ao longo da graduação, os estudantes podem integrar empresas juniores e ligas estudantis ou fundar novas iniciativas temáticas. Para projetos em estágio mais avançado, o hub de empreendedorismo da instituição (Ibmec Hubs) funciona por meio de editais e reúne, no mesmo ambiente, empresas criadas por alunos e negócios externos, ampliando a troca com o mercado.

Hoje, cerca de 30% dos alunos da instituição abrem o próprio negócio, segundo dados do Ibmec, enquanto outros seguem carreiras em grandes empresas, mercado financeiro, consultorias, escritórios especializados ou na área acadêmica.

Tecnologia e IA como eixo transversal

A inteligência artificial é tratada como parte estrutural da formação. O Ibmec trabalha o tema de forma transversal, com disciplinas eletivas, cursos de curta duração, parcerias com empresas de tecnologia e atividades práticas, como hackathons e projetos aplicados.

O foco não está no domínio de uma ferramenta específica, mas na capacidade de se atualizar continuamente e lidar com tecnologias emergentes. A proposta é que o aluno saia preparado para trabalhar com soluções que ainda estão em desenvolvimento e não apenas com aquelas disponíveis hoje.

Conexões com o mercado e visão global

A ponte com o mercado acontece de forma recorrente e prática. Empresas levam desafios reais para dentro da sala de aula, que se tornam base para estudos de caso, debates e propostas de solução desenvolvidas pelos alunos. Há também visitas técnicas e contato frequente com lideranças de diferentes setores.

O corpo docente reúne profissionais com atuação direta no mercado, como sócios, executivos, juízes e desembargadores, que levam para a sala de aula pautas contemporâneas e decisões em curso em suas áreas.

Esse modelo se reflete nos resultados. Em 2025, o Ibmec registrou cerca de 90% de taxa de empregabilidade, segundo pesquisa com ex-alunos até 180 dias após a formatura. Do total, 68% atuam diretamente em suas áreas de formação, e 44% relataram ter conseguido oportunidades profissionais a partir do networking.

No eixo internacional, a instituição mantém parcerias com universidades estrangeiras e programas de mobilidade acadêmica em diferentes formatos. As oportunidades incluem tanto a realização de um semestre completo no exterior quanto jornadas acadêmicas mais curtas, de uma semana a dez dias, que combinam aulas, imersão cultural e contato com ambientes de inovação. Um dos destaques é a parceria com a MIT Sloan School of Management, por meio do programa Master of Science in Management Studies (MSMS), em Boston.

Ao estruturar uma formação que combina tecnologia, competências humanas e escolhas personalizadas, o Ibmec busca responder a um mercado em que cargos importam menos do que a capacidade de aprender, decidir e gerar impacto. Em um cenário de mudanças aceleradas pela IA, a aposta da instituição é formar profissionais que não apenas acompanhem as transformações, mas consigam atuar como protagonistas delas.

Saiba mais em Ibmec.br.

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