Negócios

Fortuna de US$ 12 bilhões e 4 mil demissões: a nova lógica do bilionário fundador do Twitter

Da abertura de capital ao enxugamento na Block, a trajetória financeira do fundador do Twitter

Jack Dorsey, fundador do Twitter  (Bloomberg/Getty Images)

Jack Dorsey, fundador do Twitter (Bloomberg/Getty Images)

Da Redação
Da Redação

Redação Exame

Publicado em 3 de março de 2026 às 11h05.

Tudo sobrePré-MBA em Finanças
Saiba mais

Jack Dorsey construiu uma das redes sociais mais influentes do planeta, tornou-se bilionário com o IPO do Twitter (atualmente chamado de X) e anos depois passou a liderar uma das reestruturações mais agressivas do setor financeiro digital.

A trajetória do fundador do Twitter e atual líder da Block é marcada por decisões que impactaram o valor de mercado, estrutura de custos e modelo de negócios em escala global.

De salário simbólico de US$ 1,40 a uma fortuna que chegou a US$ 12,5 bilhões, Dorsey transitou entre crescimento acelerado, controvérsias regulatórias, apostas em criptomoedas e cortes profundos de pessoal em nome de eficiência operacional. As informações são do Business Insider.

Para profissionais que desejam fortalecer sua capacidade de análise financeira e tomada de decisão, há um treinamento disponível por R$ 37 voltado ao desenvolvimento em finanças corporativas.

Do IPO bilionário à criação da Block

Dorsey se tornou bilionário após o Twitter abrir capital em 2013. Em 2014, sua fortuna era estimada em US$ 2,2 bilhões. Em 2021, esse valor chegou a US$ 12,5 bilhões. Mesmo assim, ele optou por receber um salário simbólico enquanto CEO.

Paralelamente, lançou a Square em 2009, empresa de pagamentos que permitia a pequenos negócios aceitar cartões via smartphone. Em 2021, a companhia foi rebatizada como Block, movimento que sinalizou expansão estratégica para além dos pagamentos tradicionais e maior foco em blockchain e criptoativos.

Reestruturação, IA e corte de custos

Em fevereiro de 2026, a Block demitiu cerca de 4.000 funcionários, o equivalente a aproximadamente 40% da equipe. Em comunicado interno, Dorsey afirmou que a empresa não estava em dificuldades financeiras, mas que o ambiente de trabalho havia mudado diante do avanço da inteligência artificial.

Segundo ele, equipes menores e mais enxutas, apoiadas por ferramentas de inteligência, permitiriam uma nova forma de operar. A decisão reforça uma tendência no setor de tecnologia. Priorizar eficiência, reduzir estruturas infladas do período pós pandemia e adaptar o modelo de custos a um cenário de maior automação.

Para o público de finanças corporativas, o movimento traduz uma revisão estrutural. Menor base fixa de despesas, simplificação organizacional e tentativa de preservar rentabilidade em um ambiente de transformação tecnológica.

As inscrições para o pré-MBA em Finanças Corporativas da EXAME em parceria com a Saint Paul estão abertas por R$ 37.

Criptomoedas e mudança de modelo

Dorsey é um defensor declarado do bitcoin e já afirmou que a criptomoeda pode contribuir para transformações estruturais no sistema financeiro. Ele declarou ter investido o limite semanal permitido pelo Cash App em bitcoin e já disse acreditar no potencial do ativo como instrumento global.

A aposta em blockchain e descentralização também se refletiu no lançamento da Bluesky, plataforma alternativa às redes sociais tradicionais, com proposta de protocolo aberto.

Aprenda a gerenciar o orçamento de empresas

Casos de empresas que enfrentam dificuldades por falhas na gestão financeira são frequentes. De startups a grandes corporações, o desafio envolve manter controle rigoroso das finanças e tomar decisões estratégicas baseadas em dados. Essa responsabilidade não se limita à alta liderança. Profissionais de diferentes áreas que dominam fundamentos financeiros ampliam sua relevância e potencial de crescimento na carreira.

Com esse objetivo, EXAME e Saint Paul disponibilizaram, por tempo limitado, mais uma edição do Pré-MBA em Finanças Corporativas.

O programa é direcionado a quem busca aprofundar conhecimentos em gestão financeira e se destacar em um mercado competitivo. Ao longo de quatro aulas virtuais, os participantes terão acesso a conteúdos sobre análise financeira, planejamento estratégico e gestão de riscos.

Entre os diferenciais estão conteúdo desenvolvido por especialistas, carga horária de três horas, programa atualizado, certificado de conclusão, aulas virtuais com sessão de perguntas e respostas, interação com outros profissionais e estudos de caso de mercado.

As vagas podem ser garantidas por R$ 37 no pré-MBA em Finanças Corporativas da EXAME e Saint Paul.

Acompanhe tudo sobre:Branded Marketing

Mais de Negócios

Giovanna Antonelli lança evento de empreendedorismo feminino em São Paulo

20 franquias baratas a partir de R$ 5 mil para mulheres abrirem seu primeiro negócio

Este belga está investindo R$ 120 milhões em uma vila de pescadores na Bahia

A empresa de entretenimento musical que quer aumentar as vendas em R$ 12 milhões em um ano